domingo, outubro 30, 2011

2011-AUDACE BARREIRO

FOTOS AUDACE BARREIRO
https://picasaweb.google.com/117546044644831595908/2011AUDACEBARREIRO

Fim de época e Audace concluído sem acidentes com cerca de 150 participantes.
Escolhi esta foto como que uma pequena homenagem a este grupo ao qual fiz companhia durante varias horas, pois consegue andar varias horas sem esticões de maneira a não perderem os amigos s.
Parabéns a eles e isto também é andar de Bicicleta.
Foram 140 kms em ritmo de passeio.
As dificuldades estavam essencialmente nas horas passadas em cima do selim e as subidas para a Serra da Arrábida.
Percurso lindo com paisagens para recordar, e ao estilo de Roladores muitas rectas a perder de vista.
Pena a fraca participação por parte dos DUROS.
Dividi o meu carro por 3 ciclistas e gastámos a pequena quantia de 4€ cada um.
Em tempo de crise temos de nos defender.


Assim terminou a época 2010-2011.
41 Etapas (Domingos e Feriados)
4 treinos especificos``Troia sagres´´
3 Audaces
8 Clássicas.
Com a barriguinha cheia de aventuras não nos podemos queixar.
Faço votos que cá nos mantenha-mos por muitos anos, na Automotora ou na Vassoura o que interessa é participar e disfrutar das maganas.
Abraço
Desculpem qualquer coisinha.
TO MONTEIRO

quinta-feira, outubro 06, 2011

2011-CLÁSSICA-PINABIKE+fotos



Mais uma Clássica concluida.
A cada domingo que passa um ciclista vai ao chão.
Desta vêz coube ao Monteiro Cervelo, fruto de um toque por traz, cujo carro conduzido por mais uma senhora de idade.
``os cotas andam ai a matar ciclistas´´.
Hoje tivemos a equipa um pouco desfalcada tendo como mais fortes o Nuno TDI e Vaqueirinho.
Mais de 40 rumo a mais uma manhã ciclopédica.
O céu começava a preencher-se de nuvens, mas nunca choveu e até que a manhã se tornou bem soalheira.
Os pinabike jogando em casa logo tomaram conta do ritmo ameno.
Depois de Alverca dos DUROS apenas  To Monteiro Nuno TDI e Vaqueirinho puxaram durante alguns kms como que para picarmos o ponto ou foto do dia lol.
Antes de Vila Franca, penso que 4 ciclistas incluindo o Adriano, deram o Mote ganhando algumas centenas de metros, talvêz desconhecendo a fraze até ``Alenquer vai tudo junto´´.
Vila Franca passada a ritmo moderado pois só havia liberdade para escaramuças depois de Alenquer.
Até Alenquer o ritmo moderado aceite por todos levou o Pelotão compacto foi bonito e sem nervosismos.
KM 33 Começava aqui a tortulia de rampas pondo a prova as intenções.
Fico para tráz num grupeto de dez talvêz, com Nuno Franco e Hélder, onde se incluia também a senhora do dia.
Pouco depois o Helder arranca na perseguição, eu e Nuno não podiamos perder mais um vassoureiro que já eram poucos.
Com algum gasto lá alcansamos o Grupo e passamos na Atalaia local onde perdi o pelotão na Clássica ao Monte junto.
Aguenta-se mais alguns topos e agora puxa também o Vaqueirinho porque o André tinha fujido.
Vila Verde e a esquerda rumo a Torres com o Pelotão ainda enorme.
Com permissão do Ricardo Costa peço aos da frente para encostarem afim de satisfazermos as necessidades mas só paro
eu o Helder e Vaqueirinho.
Daqui para a frente Viemos num contra relógio a 3 na esperança de apanharmos alguém quando se abastececem.
Atestamos na Merceana e nada dos nossos amigos.
Em Carmões passa por nós o André com um Carboom na roda.
Algo estava errado.
Com é que nós os 3 estavamos a frente de todos?
Por momentos no percurso o GPS bloqueou e passamos o desvio de Matacães sem querer, passando nós por Carvoeira.
Em Cachimbos chega a nós o grupo perseguidor com 10 unidades .
Aqui o Vaqueirinho apanha o comboio do qual faziam parte o Ricardo Costa,TDI, Andreas , desvairado em perseguição do André.
Antes da Sapataria abdico do andamento e espero pelo Hélder que vinha sozinho descarregado numas descidas.
Até loures vento QB e nada a salientar.
Voltei de Carro ao encontro do acidentado e acabei por dar boleia ao ``Puto´´ de 15 anos que já vinha muito fraco.
Para o ano haverá mais Clássicas se DEUS quiser.
Venha de lá o Defezo.
Domingo próximo temos o Audace do Barreiro.
Para quem não vai a saida será as 9h no Algueirão.
TO MONTEIRO

Por Ricardo Costa

A temporada 2011 despediu-se em grande com a 1ª. edição da Clássica Pina Pike, que cumpriu um percurso interessante e selectivo que serviu perfeitamente aos pressupostos do numeroso e motivado pelotão que arrancou de Loures à conquista da Serra Alta, em Matacães, e chegou, em «happy ending», no alto do Cabeço de Montachique, após 120 km de intenso ciclismo.
Mais uma vez, vários grupos e «individuais» de diversas proveniências aderiram à iniciativa, contribuíndo para reforçar o prestígio das Clássicas do nosso calendário. A todos, sincera homenagem.
De resto, o comportamento responsável, produdente e solidário de todos os participantes foi fundamental para que se cumprisse, em rigor, o andamento moderado nos primeiros quilómetros da jornada, até Alenquer, de modo a compatibilizar as diferenças de capacidade física dos intervenientes, permitindo a TODOS sentirem-se bem integrados num pelotão de nível.
De qualquer modo, não se pense que a fase inicial foi passeio. Com a ajuda do vento favorável, neste troço de 35 km atingiu-se média superior a 33 km/h – com inteiro mérito para a disponibilidade do Freitas e do Pina (grandes exemplos, em dia em que teriam presença breve), a conduzir o grande grupo sem atropelos ou nervosismos. No passo certo!
Em Alenquer, abriram-se as hostilidades, de acordo o estipulado – com o que seria previsível... O sinal de que o figurino iria mudar, e rapidamente!, foi a aproximação aos lugares de cabeça dos homens-fortes ainda no interior da cidade, sem perder mais tempo para meterem andamento selectivo no «comboio».
O primeiro foi o André, logo nos topos a caminho de Porto da Luz, a fazer a primeira selecção. O «puto» ainda se distanciou algumas dezenas de metros, mas o pelotão nunca lhe permitiu mais liberdade. Ainda eram muitas as forças de perseguição e o terreno não beneficiava os aventureiros.
De qualquer modo, na liderança das maioria das caçadas colocou-se, sem supresas, o Renato Hernandez, aqui ou ali, com a restrita colaboração. O ritmo não abrandou até a Atalaia, com o parcial desde Alenquer a subir para os 36 km/h de média. Já não era para todos, está a ver-se...
Sempre a subir, de Atalaia para as imediações de Vila Verde dos Francos, com o andamento em alta – ainda e sempre os mesmos protagonistas a «inflaccioná-lo» -, não surpreeendeu que, algures, o grupo cedesse perante apenas e só... os dois elementos que se previa serem os mais fortes: André e Renato. Distanciaram-se algumas dezenas de metros perante a imediata (e possível) reacção do pelotão, mas durante algum tempo a vantagem aumentou paulatinamente e chegou a parecer na iminência de se solidificar. Ou seja, a fuga prestes a pegar... Pensei, de facto, que a confirmar-se, estaria ali um bico de obra, uma situação que poderia a desenhar-se como definitiva. Tanto mais, que os perseguidores com capacidade para continuar a fazê-lo durante muito mais tempo pareciam estar a escassear à cabeça do pelotão.
No entanto, não houve entendimento entre o duo de fugitivos e depois de estarem controlados acabaram por ser rapidamente absorvidos depois de um esforço adicional do Duarte Salvaterra, a 65 km/h pela descida depois de Vila Verde – não voltassem os «perigosos» ter mais ideias... Estavamos prestes a dobrar a rotunda do Rodeio. Média desde a Atalaia: 36,5 km/h. O pelotão estava reduzido «à nata».
Viragem à esquerda para Torres e... vento de cara! Os ímpetos retraíram-se. O André «desapareceu» e deixou a dianteira ao Renato que, igual a si próprio, manteve um andamento moderado até Torres, com uma passagem «higiénica» pelo Sarge que não fez a «mossa» que se antevia. A média neste sector desceu para 33 km/h. (n.d.r. diversos elementos do Ciclismo2640 entram nesta ligação, entre estes, o camarada Paulo Pais, o Mário Fernandes, o Xico Aniceto, o Sérgio e o Pedrix).
Até Torres e daqui ao início da subida de Matacães (Zurrigueira), serviu apenas para reaquecer os motores antes de enfrentar o grande manjar desta Clássica - que não defraudou as expectativas!
Com o ritmo já lançado a 30 km/h em falso plano ascendente, logo que a estrada empinou, o André desferiu o seu golpe. Único, certeiro e decisivo. Levou apenas a companhia de um elemento (GesBES), com que se manteve até ao final, sem que mais fossem alcançados. Dois de outro campeonato!
Atrás, foi o desbarato total. Logo na primeira rampa pareciam setas apontadas ao céu, mas os rigores das pendentes que se acumulavam obrigou a maioria a refrear a violência com que carregavam os crenques. Permaneci, com surpresa minha, na roda do Renato – que, abrasado da Maratona de BTT de Santarém (Festibike) da véspera, teve de salvar os anéis e progredir com ponderação. Pena que essa ponderação não estivesse muito mais tempo ao alcance das minhas capacidades, e na segunda rampa da Zurrigueira tive de o largar. E fazer-me à vida, que tormenta!
Após 4,7 km à média de 4,5%, três passagens de 300/400 metros a mais de 18% e média de pulsação de 176, no alto da Ereira deparei-me na companhia do Pedrix e de outro elemento (laranja), com possibilidade de alcançar um grupo de 6/7 elementos. Ao longo da descida da vertente de Casais Brancos, até apanharmos à entrada da Merceana, tive de deixar a pele: 6,5 km a 43 km/h e 160 pulsações. Uff! E estava logo aí a longa subida para o Sobral!!
Recuperar, retemperar forças, proteger-me no semi-conforto do grupo e rezar para que este não estivesse... com ganas! Felizmente, não estava. Mas tinha elementos com enorme disponibilidade, casos do Xico Aniceto, do Sérgio (naturalmente mais «frescos») e dos Duros Vaqueirinho e Pinarello (soube depois que estes dois tinham atalhado e contornado a Zurrigueira – maldade!!).
À passagem por Carmões, avistámos o Jorge. Tinha descaído do primeiro grupo (o dos mau-maus!). Como foi possível? Estava em nítidas dificuldades, ao ponto de o termos ajudado a integrar o nosso. Onde o Pedro da Amadora estava a dar as últimas, vítima de um esvaziamento. Estes não perdoam, quando batem, deixam-nos a pé! Não me apercebi onde, mas ficou algures a caminho do Sobral e teve certamente penoso final de manhã.
Graças ao trabalho incansável dos referidos elementos do meu grupo (que era o segundo nesta fase), atingimos o Sobral com «elan», descemos a Cabeda e ligámos a Pêro Negro, onde os 2640 se despediram. Reforço-lhes o elogio: excelente trabalho desde a Merceana, que me menteve sempre no limiar anaeróbio, entre as 160 e as 170, excepto nas descidas. Valeu, malta rija do Mafra!
À chegada a Sapataria, entra o Renato que tinha parado com o Runa para abastecimento, e durante dois terços da subida que se guiu imprimi bom ritmo (ou o que podia...), apenas na derradeira fase assomando-se quem se esperava: o Hernandez.
Mas também este é... humano! No término de um fim-de-semana intenso, encontrava-se bastante desgastado e até ao Vale de S. Gião fez o favor de nos levar em conforto, ainda resistindo metade da subida final, até às mudanças bruscas de ritmo imprimidas pelos dois Duros, bem correspondidas pelo Eurico e o seu parceiro alverquense, e ainda melhor pelo renascido Jorge, que carimbou (neste grupo) no alto do Cabeço de Montachique. É assim mesmo Contador!
À nossa espera, o André (segundo o seu «relógio» há 10 minutos: não espanta!) e o Pina, que confirmou a passagem de alguns elementos do primeiro grupo perseguidor, entre eles, o Capela, que esteve em dia... sim!
Os demais chegaram a conta-gotas: alguns a queixarem-se dos valentes empenos. Mas quem não os teve!? Fazem parte. Eu tinha-o, mas também uma enorme satisfação por uma jornada de grande ciclismo!
Chegou o defeso, é hora de recarregar baterias! O ano já vai longo, e 2012 virá cheio de renovados desafios.
Média final 31,5 km/h.

domingo, setembro 18, 2011

2011-CLÁSSICA-CASCAIS-FÁTIMA+fotos



``Até Santarém vai tudo junto´´


Peço desculpa pela fraca sessão fotográfica, mas com tanta gente estava muito perigoso guiar sem mãos.

Brevemente os rescaldos.


Por TO MONTEIRO

Penso que esta Clássica começa a ganhar pernas para ser a rainha.
Na opinião de muitos participantes quase cerca de duas centenas participaram embora nem todos tenham ido até ao final.
De lamentar a queda do Carlos (de Sta. Iria) e o cunha, que apesar do aparato acidental, se encontram bem.
Desejamos as rápidas melhoras.
Confesso que nos ultimos dias tenho andado apreensivo pois adivinhando a ``exagerada´´ adesão para a Clássica, poderia causar problemas no

transito e originar algumas quedas.
8Horas e 9 segundos fazem-se a estrada 18 DUROS e alguns Outsiders que são sempre bem vindos.
Os 9kms até a Marginal depressa passaram, 8h21m começava a vagarosa viagem na casa dos 25kmh afim de sermos alcançados pelos grupos que viriam de

tráz.
Aqui entra o grupo do amigo Patricio, composto de ciclistas com um endurance de se lhe tirar o Chapéu.
Até ao Rio Trancão, foram entrando muitos outsiders.
Estes 20 kms de Marginal feitos a uma média de 27kmh serviram bem para afinar as rotações, pois quando chegacem os Passaros e Avalanche tinha-mos

de ter ja algum aquecimento.
Os 70 km que nos separavam de Santarém seriam feitos na média de 33,8kmh e até aqui havia que não vassilar e aguentar os sucessivos esticões.
Na zona de Alverca entram alguns Pinabike e pouco depois chega o grosso do pelotão com os Passaros a cabêça.
A estrada até Vila Franca é muito apertada para tamanho pelotão.
Começava o nervosismo originando muitas movimentações pois o ``medo´´ do empedrado poderia-nos deixar pendurados previamente.
A bom ritmo se fêz o empedrado e com gritos de OLÈ pois havia tourada, lá chamámos a atenção aquelas multidões.
Depois da ``massagem´´ o ritmo abrandou como que para o reagrupar .
Carregado e carregando nos crenques já ia o DURO Francisco e alguns Carbooms pondo o ritmo demolidor que até Santarém poucas veses acalmou.
Não sei bem em que sitio se deram as quedas, pois num pelotão tão grande os primeiros do grupo não se apercebem do que se passa lá atráz.
Poucos kms antes de Cruz do Campo dá-se um fuga de cerca 5 elementos.
Não ia nenhum Duro na fuga e como ninguém se atrevia a perseguir, salta o Tapadas com alguns outsiders.
Um atráz do outro iam saltando para o grupo perseguidor.
Com sorte estando perto do acontecimento aproveitei também acompanhar os DUROS da frente.
Foi dificil, porque o ritmo elevadissimo e alguns carros deixaram-me para tráz.
Tive de dar então sucessivos sprints com 2 outsiders na minha roda que nada ajudaram.
Ia contando os metros que recuperava em relação a fuga.
Finalmente na cauda.
O Carro de apoio ja estava preparado em Santarém e rápido atestamos de agua.
Começam a chegar muitos Duros.
cerca de 10 minutos depois o grosso do pelotão.
Já estavamos a algum tempo parados e decidimos ir andando na casa dos 25kmh até sermos alcançados novamente.
Segundo alguns amigos desta vêz o pelotão demorou demais que a conta no abastecimento.
Assim sendo só fomos apanhados depois de Pernes.
Até moitas Vendas onde acaba a ``via rápida´´ a média baixou drasticamente para os 27kmh fazendo destes 34km uma interessante viagem.
A partir daqui foi ver os trepadores desaparecerem nas subidas que somam uns Duros 20kms feitos por mim a uma média de 26kmh.
Na frente ainda não sei o que se passou pois não consegui acompanhar.
Fiquei muito contente comigo mesmo pois com 140kms já feitos ainda tive pernas para esta média nas subidas finais.
Correu-me melhor que nos últimos anos.

Resumindo foi uma clássica muito concorrida o que traz pontos positivos, mas alguns contras.
Na minha opinião, não deveriam ter havido fugas até Santarém como estava combinado.
Lembrando a frase `` até Santarém vai tudo junto`` a ideia foi desrespeitada, talvêz por alguns que não sabiam ou acham que andar mais que os outros é o mais importante.(A frase ainda lá está no blog)
De lamentar os dois acidentados do dia.
Minha média de ``vassoureiro´´Massamá-Fátima 29.5kmh
Abraço a todos
TO MONTEIRO

Por Vaqueirinho
Cascais – Fátima, a Clássica das Clássicas! Adesão fantástica, mais parecia o pelotão do Tour.

Na passagem do grupo Duros do Pedal pela Expo rio trancão, juntei-me eu e mais pessoal que por ali estava à espera. Antes já tinha por ali passado um grupo com mais de 30 ciclistas onde seguiu o pessoal de Caneças. Eram 9h13, quando arrancamos com andamento moderado até que chegasse a grande avalanche, pouco tempo depois fomos completamente absorvidos, mais parecia um enxame de abelhas. Deu para ver que o comboio vinha composto por várias figuras do ciclismo nacional. Conforme íamos avançando mais atletas se iam juntando, na passagem pela Azambuja deveríamos ser mais de 200, impressionante!

Na zona de Cruz do Campo há uma queda, cerca de 50 ciclistas seguem e os restantes ficam para trás dando origem a um corte. Eu, e os irmãos Bruno e João Afonso pelo motivo da queda, perdemos o contacto com os homens da frente, onde seguiam a maior parte dos Duros.

Na chegada a Santarém onde já estava o Tó e os restantes Duros, fizemos o respectivo abastecimento como previsto e todos os Duros seguiram em andamento moderado à espera que se desse o reagrupamento com os restantes que tinham ficado para trás. Outros nem fizeram a paragem e continuaram de imediato.

Ao contrário do que sucedera o ano transacto os Duros este ano passaram de perseguidores a perseguidos. Em Pernes o Nuno Silvestre, Tó e Jorge Pimentel decidem parar e esperar, os restantes decidem continuar, com o Francisco impaciente a fazer uma fuga consentida.

Um pouco antes de Minde como ninguém chegava de trás, o Esteves decide anular a fuga do Francisco e todos seguimos na sua roda. Fuga anulada, de imediato chega a subida de Minde, esta foi feita com andamento controlado de forma a não deixarmos ninguém do grupo para trás, foi-me difícil conter o pessoal, que já estava a ficar desenfreado e não havia forma de queimar toda a lenha que tinha vindo a acumular desde algumas semanas atrás.

Covão do Coelho aqui já não havia nada a fazer foi meter lenha sobre lenha. O Vítor Colnago que está em grande forma foi o 1º a disparar por ali acima, não tive outro remédio senão segui-lo, o Esteves ataca, Tapadas e Álvaro Negrais respondem e assim foi feita a subida mais DURA do dia, ataques atrás de ataques a ver quem se conseguia isolar. Durante a subida passámos por muitos atletas que tinham vindo para a frente, a meio da mesma só 1 seguiu connosco, Hugo Arraiolos dos Pinas.

Já no último topo os resistentes eram, Esteves, Álvaro Negrais, Carlos Tapadas, Francisco, Vaqueirinho, Vítor Colnago, Carlos Patrício e Hugo Arrailos. Mas para quem pensava que as escaramuças tinham terminado e ia desfrutar dos últimos km até à chegada a Fátima, de imediato ficou desenganado. Mais ninguém ficou para trás, mas teve-se de dar muito às pernitas, para não se deixar partir o elástico.

De lamentar os acidentes, além de ser mau principalmente para quem os sofreu (as rápidas melhoras), foi também mau para a tão desejada chegada em pelotão, pelo menos até Minde/Covão do Coelho, nestas míticas subidas onde se separa o joio do trigo!

As minhas médias registadas: Sacavém – Santarém 33.2km/h, de Santarém – Fátima 29.3km/h.

Obrigado a todos pela excelente companhia e até uma próxima.

Um abraço,

António Vaqueirinho


quinta-feira, setembro 08, 2011

CLÁSSICA-MONTE JUNTO+FOTOS




Brevemente os rescaldos quando me passarem as caimbras nos dedos lol


Por To Monteiro
Caracteristicas da clássica:
Chafariz-Chafariz 167 kmh - 25KMH
Loures Pragança 64km - 27kmh
Subida Montejunto 5,72km - 12kmh (Pragança)
Descida Montejunto 7,97km - 33.3kmh (Vila Verde)
Vila Verde Massamá 69,12km - 26,5kmh

Trepadores mais rapidos:
André
Matavelha
Tapadas

Agradecimentos a todos os 30 e poucos participantes.
Ao Rato, Jaime, Fataça e João Afonço que me fizeram companhia nos momentos mais dificeis da aventura os meus agradecimentos

Manhã fresca nos 17graus e vento QB.
De Loures até ao Montejunto, a sensação foi de estarmos sempre a subir, pois, com rajadas de 50kmh era dificil progredir no terreno.
Belas entram os irmãos Afonsos, antes de Caneças o Grupo do Castro, Pero Pinheiro e alguns Duros.
No Jardim vaqueirinho e victor Dias.
Já um pelotão bem composto rumava a Loures esperando a entrada de alguns Pinnas, grupo 2640 e Outsiders.
No Tojal ricardo Costa e mais 2 companheiros apanham o comboio em andamento.
Sempre na dianteira André e Francisco faziam Frente ao vento forte.
Km 30 e Pedro bike fura.
Resolvida este precalço que até viria a ser o unico lá fomos uns quantos a bom ritmo, alcançando alguns outsiders, os Pinna e o pelotão dos

Duros.
Aqui francisco, André, MataVelha e outro companheiro não mais abrandaram o ritmo sem serem apanhados até a derradeira subida.
Peço desculpa as muitas vezes que pedi aos da frente para ``pegarem leve´´ pois penso que nas Clássicas a manutenção do pelotão é mais

importante que ``corridas´´.
Mas na zona do Freixial havia que deixar o pelotão ``voar´´ e fico com alguns companheiros para tráz.
Foi a ultima vêz que vi o Pelotão ``voando´´ talvêz no encalce dos fugitivos.
Paisagens magnificas por esta vertente do Monte junto.
No regresso mais do mesmo, alguns já tinham saído, e fico na vassourada com Fataça, Jaime, e João.
insolitamente umas picadas no joelho impediam-me de progredir como me apetecia, e havia que ser moderado até casa.
Foi uma manhã animada com muito companheiro e barriguinha cheia de kilometros.
Ps Numa Clássica a beleza está no pelotão numeroso que enfeita esses asfaltos e não só nos ritmos de corrida que só alguns conseguem

acompanhar.
Esses ritmos vão chegar a seu tempo no sitio certo.
Temos de apoiar o cicloturismo saudável e sobretudo as nossas Clássicas e as dos nossos Vizinhos.
E falta mais Uma para fecharmos a epoca (Cascais Fátima) 5 Outubro .
Obrigado a todos.
TO MONTEIRO


Por Vaqueirinho:

Montejunto (por Pragança) talvez, a mais dura clássica realizada esta temporada! Não só pelo acumulado de subida, mas principalmente pelo vento que se fez sentir na ida.

Depois de ter parado completamente em Julho e só a partir dos meados de Agosto voltar ao convívio dominical no seio do grupo Duros do Pedal, para treinar acompanhando os ditos “Vassoureiros” que estão a andar para caraças lol…Voltei a sentir o prazer de andar na frente, na automotora conduzida por maquinistas de alto gabarito…, mas fiquei com a sensação que só lá andei, porque alguns tiveram uma certa compaixão lol…

Como o amigo Tó já descreveu o que de mais relevante se passou até à zona do Freixal, eu aproveito a deixa e contínuo.

Até Martins Joanes o ritmo continuou alto, a partir daqui o pelotão baixou o ritmo, o Duro Carlos Tapadas inconformado com a situação por não termos alcançado os fugitivos, lança-se sozinho em sua perseguição.

Em Pragança de repente levámos com uma autentica parede que parecia não mais ter fim, cada um meteu o ritmo que mais lhe convinha, os mais credenciados depressa tomam a dianteira ganhando metros atrás de metros por ali acima, o pelotão ficou todo esfrangalhado a subida era feita a solo ou a pares.

Dos Duros que seguiam no pelotão eu e o Álvaro Negrais destacamo-nos dos demais e fizemos as duras rampas na companhia de mais 1 ciclista, mais que uma vez alertei o Álvaro: atenção ao andamento, se não queres estoirar, abranda, ele olhava para cima e dava-me razão e assim chegamos lá acima, na parte final aproveitando a minha rodinha desfere um ataque e bate-me ao sprint, isto é o que se pode chamar um bom amiguinho lol… é assim mesmo Álvaro, os gregários servem para quê? – Para rebocar os sprinters. Já na parte final deu para ver a descer o Tapadas e o Francisco (este dito por ele enganou-se no percurso e subiu pelo Avenal, atalhou lol…).

Durante a descida via-se a luta que cada um travava com a dura rampa final. Até V. Verde dos Francos todo o cuidado era pouco, para não sair para fora da estrada, tal eram as rajadas de vento que se faziam sentir, eu ainda por cima com rodas de perfil alto.

Agrupamento/abastecimento feito, fizemo-nos à estrada de regresso, eu, Tapadas, Álvaro Macedo e Pedro Bike vínhamos na boa, em ambiente de pura cavaqueira, quando chega o grosso do pelotão e, ala que se faz tarde... As coisas pioraram ainda mais quando chega à cabeça do grupo o Francisco que se lamentava, por ninguém ter esperado por ele. Como que por vingança, depressa nos ganha cerca de 50mt, mas o pessoal agora já não estava para brincadeiras, lanço um sprint e depressa todos o alcançamos, a partir daqui foi escaramuças atrás de escaramuças, os topos que iam aparecendo eram devorados num ápice.

Com este ritmo alucinante depressa começaram a surgir as primeiras baixas, casos do Álvaro Negrais (o Tapadas avisou que lhe ficava a fazer companhia), mais à frente Bruno Afonso entre outros…No início da subida da Sapataria, dos Duros seguiam: Vaqueirinho, Francisco, Álvaro Macedo, Vítor Colnago e Pedro Bike, mais André, David, Vítor Matavelha e mais 2 que não sei o nome (peço desculpa).

Quando o Francisco descarrega a pilha pensei que o ritmo iria baixar, qual quê! - Penso que a partir daí ainda foi pior, André (penso que num patamar acima de todos) + David e Matavelha não deram tréguas, foi de loucos!!!

As coisas só se compuseram quando o André e David seguiram em direcção à Venda do Pinheiro e nós para Lousa, aí sim, foi desfrutar dos km que faltavam até Santa Eulália. Aqui já se encontrava o Rui Luzia que se fartou de atalhar durante toda a clássica lol…Eu e o Vítor Colnago seguimos em direcção a Dona Maria e os restantes a Negrais, não deu para esperar pelo reagrupamento, o tempo estava desagradável e o empeno não dava para grandes paragens! – Havendo o risco de o motor não voltar a trabalhar.

Quero aqui deixar uma palavra de apreço ao Tó (grande promovedor destas jornadas ciclísticas) e outros, que vão a estas clássicas na expectativa de irmos juntos, neste caso pelo menos até ao início da subida (ou até um determinado ponto pré acordado), para depois aí cada um fazer o que lhe der na gana. Ontem infelizmente mais uma vez isso não aconteceu, podíamos dizer: há indivíduos que vão sempre à mama e não vão para a frente puxar, mas não foi o caso, vi o Tó e outros passarem pela frente várias vezes sabendo que mais tarde isso lhes iria sair caro. Deveria existir compreensão por parte dos melhor preparados/treinados e ter o cuidado de não deixar para trás, pelo menos os que não o merecem. Eu próprio logo no início fui para a frente apelar a que se levasse um andamento mais moderado, mas infelizmente não sortiu efeito. Penso que para certos indivíduos só o “Angliru” lhes fazia reduzir o andamento lol…

Resta-me agradecer a companhia de todos sem excepção e até à próxima, Cascais – Fátima.

PS: Os meus registos de tempos:

Loures – Pragança, 64,17km – 27.7km/h * Subida Montejunto, 5,63km – 14,9km/h * Vila Verde – Santa Eulália, 49,02km – 32,7km/h * Famões – Famões, 153,70km – 27,5km/h

Um abraço,

António Vaqueirinho



Por Ricardo Costa


O meu regresso às lides do grupo, após prolongada ausência foi do tipo, toca e foge. Ou melhor, toca e fica... logo pendurado! E nas primeiras dificuldades. Mais do que seria previsível, estava previsto. Além da completa incompatibilidade entre a minha condição física e o nível minimamente exigível para integrar, a «tempo inteiro», uma volta do grupo, o percurso era altamente selectivo. Nada menos que Montejunto, por Pragança. Olha que oportuno!


De qualquer modo, esta breve aparição – esperemos que seja, definitivamente, para retomar, devagarinho... – serviu, acima de tudo, para matar saudades do convívio com o pelotão, do matraquear dos carretos, dos esgares de esforço, da amena cavaqueira, ainda que debaixo do silvo do vento quase ciclónico que soprava na longa ascensão do Forte do Alqueidão. Factor que ajudou a precipitar o meu abandono, por alturas de Arranhó, altura em que não resisti à minha incapacidade actual de atender uma chamada e de manter o ritmo de um grupo de bom nível que começava a aquecer motores após alguns impasses iniciais devido a furo antes de Bucelas.


Ressalvo, a presença dos Duros do Pedal, do camarada Tó Monteiro, de alguns dos mafrenses do Ciclismo 2640, entre os quais o Xico Aniceto, o Sergio e o Pedrix (por relato de terceiro, já que não cheguei a durar até à sua entrada), e ainda do Vítor Mata-a-Velha, que, pelo segundo fim-de-semana consecutivo, veio ao nosso encontro (integrou a equipa Pina Bike no recente contra-relógio por equipas, Alverca-Reguengos).


Mas também alguns de habituais nas andanças domingueiras do nosso grupo, casos do Jorge «Contador», Alex, Cunha, Jony, Nuno Garcia, Capela, André, David, entre outros. Todavia, estes foram escassos, quando comparados com adesão massiva dos homens do conjunto de Algueirão – como é habitual e de louvar, não só quando jogam em casa, mas, principalmente, sempre que se deslocam a outro reduto. Eis grande exemplo para outros grupos!


Sobre as incidências da volta, sei pouco. E apenas, uma vez mais, por relato de terceiros, que a volta foi marcada pela oposição do vento e que a subida a Montejunto, pela dura vertente de Pragança, terá sido interessante, bem atacada por todos, mas naturalmente com os trepadores mais conceituados a imporem os seus galões, acompanhados dos restantes que se apresentarem em forma

Espero na próxima crónica – já na jornada de domingo que vem - possa chegar um pouquinho mais longe no relato... Seria bom sinal!

segunda-feira, julho 04, 2011

10-07-2011-CLASSICA-ALGUEIRÃO-PENICHE-ALGUEIRÃO+FOTOS

Por To Monteiro
Mais uma Clássica concluída, mais uma louca manhã.
Agradecimentos a todos os participantes DUROS e os muitos outsiders que decoraram os asfaltos até PENICHE.
Quem faltou deixem que vos diga que perderam a melhor Clássica dos DUROS até hoje.
Digo isto porque num pelotão que rondava cerca de 30 unidades metade eram outsiders o que mostra a adesão e a qualidade das nossas aventuras.
É gratificante quando caras novas nos fazem companhia.
No regresso bons asfaltos pela Ericeira mas movimentações perigosas ladeando com carros de maneira que estudaremos o regresso para a próxima edição, e para mim a segurança está primeiro.
Saída com alguns burrifos presenteados pelo S. Pedro.
Logo depois de Cortegáça surge a primeira escaramuça levada a diante até Torres Vedras.
Cavalgavam aqui Fatáça, Victor Dias, Castro e o ``cota´´ da C.A. que viria a ser alcançado na Malveira.
Coube ao To Monteiro e rui da Pneugarve levar o grupo até Negrais.
O vento mais uma vez foi uma seria dificuldade.
Malveira e aviso que vamos subir o ritmo, pois nem sombra da fuga.
Com a ajuda do Bruno Afonso a velocidade foi muita até Vila Franca do Rosário, onde entra em acção o Tapadas e Alvaro Negrais.
Fomos sempre a ``ganir´´ atraz destes fortes ciclistas que apesar dos meus pedidos não baixaram a guarda.
Subida para Torres lá se anulou a fuga que durava a 45kms.
Apesar do combinado poucos pararam no local da ``rega´´.
Torres e Rui C.A. com Ciclista da G.N.P não se encolheram e deram o peito ao vento até ao cruzamento dos Cunhados.
Pego novamente na frente até a Lourinhã com a ajuda do Nuno da Idanha.
Bom, lá chegámos ao abastecimento a bom ritmo pois o vento não dava para mais.
Km 85 e fura o Paulo, com quase todo o pelotão esperando.
Até a Lourinhã muita velocidade e também muito perigo por parte dos carros.
A subida que aqui finda foi feita comigo na frente pareando com o Pedro Pimentel que a bom ritmo se chegaram a ouvir elogios por parte de muitos.
Na cabeça Gorda surge um dos ataques do dia por parte do Castro já experiente nestas situações.
Dando ``asas´´ a fuga lá foi anulada nos Cunhados.
Km 120 ataca novamente Castro, Victor e Bruno Afonso, só alcançados em Ponte do Rol.
A fuga do dia isto devido a sua amplitude sendo o Protagonista Tapadas e Alvaro Negrais este ultimo que abdicou do ritmo poucos kms depois.
Nem mesmo o ritmo do Rui luzia que por minutos puxou o Comboio reduziu a diferença.
Penso que o Tapadas só foi alcançado e pelo Amigo dos Pássaros conhecido por ``Mata a Velha´´e Torpes já na chegada ao Algueirão (parabéns a eles).
Quanto a mim abdiquei do ritmo na Ericeira pois muitos carros separaram-me do grupo e perdi a vontade de sprintar ladeando com os enlatados stressados.
Hoje senti-me sempre bem mas os cerca de 70 kms que passei na cabeça do grupo fizeram o seu estrago e no regresso embora ainda com forças achei que não devia dar mais ``porrada´´ no corpinho.
Mais uma vez agarrei-me a pequena vassoura.
Da Ericeira para a frente se houver alguém que queira relatar os acontecimentos agradecia.
Houve muitas movimentações e nomes de amigos que não me lembro, e desde já peço as minhas desculpas.
Outubro temos Clássica com os Pinnabike e Cascais Fátima.
Parabéns a todos os aventureiros.
Abraço
TO MONTEIRO

domingo, junho 26, 2011

2011 - AUDACE - IDANHA - TORRES - IDANHA - 127KM + FOTOS





















AUDACE IDANHA

80 INSCRITOS!!!
BREVEMENTE OS RESCALDOS .

Por TO MONTEIRO

Hoje realizou-se o 2º AUDACE da IDANHA.
80 ciclistas inscritos desafiaram os ventos fortes e algum chuvisco inesperado.
12 DUIROS DO PEDAL inscritos.
Para mim foi triste reparar que alguns Duros não traziam a camisola da EQUIPA.
Saída enquanto Fernando Mucifal mudava a camara.
Fomos devagar esperando que os atrazados devido ao furo nos alcançacem.
Já um grupo de 10 + - tinha seguido antes de Caneças.
Descida para Loures e pego a frente do grupo até Bucelas com o Nuno da Idanha.
Loures entram no Comboio o Tapadas e Alvaro Negrais.
O Vento estava demais.
Com 30 unidades Começamos os 10 kms de subida com o chassi abanando como uma Bandeira.
Aqui ja tinhamos alcançado alguns largados do comboio que ia em fuga.
Tento manter-me nos 22-25kmh para que todo o grupo acompanhace, e também o vento não dava para mais.
Pouco antes de Arranhó passa para a frente o Tapadas e Alvaro negrais passando para os 30kmh.
Passamos o Jorge e ficavam agora em fuga o Fataça, Patricio,Andreias e Victor Dias.
Tapadas não vacilava alegando que nunca mais iria-mos apanhar o grupo da frente.
Quando olho para tráz já só vinha-mos 12 DUROS do PEDAL, todo o resto do pelotão tinha ficado.
Sobral e depois do grupo estar completo entra a Viuva novamente em acção rolando agora nos 39kmh durante bastante tempo.
Tapadas para a frente e agora nos 45kmh.
Passado algum tempo passa o Bruno Afonso e não baixamos mais dos 50-55kmh.
Aqueles asfaltos são a loucura, pena o vento de frente.
Depressa chegamos ao PC onde faço questão que esperasse-mos pelo Rui Luzia e Monteiro.
Arrancamos num grande pelotão novamente.
A chuva continuava a chatear.
Em Torres Fura o Luis Mucifal e Jorge.
O comboio ia ficando cada vêz mais curto.
Andreas e Patricio muito puxaram até ao PC2.
O Fataça já tinha ficado para traz muito por culpa da fuga que fizeram até ao PC1.
Na malveira viramos a direita para depois virar a esquerda antes de Alcainça com o Vieira da Carris a seguir em frente por Cheleiros.
De Santa Eulalia a Pero pinheiro lá puxou sempre muito o Bruno Afonso.
Pero Pinheiro Nuno Pedro que Tinha ficado sosinho dá uma queda devido a um carro arranjando algumas escoriações.
A recta da Granja foi esventrada a 40kmh.
Subida para o Algueirão e fico com o Patricio, e Nuno Cruz tentando levar um ritmo ameno para chegarmos bem.
Espero que todos os participantes tenham chegado bem.
Foi assim mais um Audace chegando os DUROS na frente as 12H37M.
Domingo CLÁSSICA PENICHE.
Abraço
TO MONTEIRO


domingo, maio 22, 2011

2011-05-29-3º TROIA SAGRES PRIMAVERIL-FOTOS


POR VAQUEIRINHO.

Está cumprida mais uma grande clássica Tróia – Sagres Primaveril. Das 3 até agora realizadas, esta foi sem duvida a mais Dura de todas. Com o vento a soprar de sul e forte, foi o grande obstáculo, extraordinariamente desgastante. Pelas 8h31 deu-se a partida, comigo e o Pedro Bike ainda a afinar o desviador traseiro da SL3 que sofreu um ligeiro empeno no transporte (obrigado Pedro pela ajuda). Na partida éramos pouco mais de 30 ciclistas, poucos mas bons! Adesão algo escassa em relação às anteriores edições, talvez por causa da crise lol… Logo de início apesar do vento o Esteves e Francisco como se não fosse nada com eles assumem as despesas e rebocam as carruagens nos primeiros 20km, grande trabalho, só ao alcance de muito poucos. A partir daqui + ou ¬ todo o pessoal decide colaborar e faz-se a roleta, assim fomos até ao 1º abastecimento. Entretanto o Tó tinha ficado para trás os intestinos não estavam com vontade de colaborar, o Pedro de Caneças com um furo e mais uns 6 ou 7 que entretanto tinham descolado sem nos apercebermos, pouco depois de Porto Covo, o pessoal da frente reduz o andamento, até se dar o reagrupamento. Passado pouco tempo, o Pedro Bike e Miguel Afonso abrem as hostilidades e tentam uma fuga, de imediato o Tapadas e Avaro reagem levando consigo todo o pessoal, mesmo que o pessoal atrás não reagisse esta estaria sempre condenada ao fracasso, com o vento que se fazia sentir era impossível fazer uma fuga a 2. Estes esticões só serviam para se desgastar a eles próprios. Com várias mudanças de ritmo, assim fomos com o grupo todo compacto até à zona mais temida de todo o percurso, eu que o diga lol… Com o Fataça isolado na frente cerca de 100m, dá-se início à pequena, mas Dura subida de Odeceixe, o Miguel Afonso meteu o ritmo inicial, eu segui a sua roda, o amigo Fataça depressa foi absorvido, de imediato se deu um corte no pelotão, já no topo seguiam na frente, Miguel Afonso, Tapadas, Álvaro, Esteves, Pedro Bike, Jorge Pimentel e Francisco, eu fui obrigado a ceder e seguia mais atrás cerca de 100m. Quando pensava que a recuperação seria de todo impossível, dá-se um milagre, para meu espanto, o amigo Tó surge de trás e ultrapassa-me, ora isto para mim foi de uma motivação extraordinária e os 2 tentámos minimizar o prejuízo ao máximo, durante 6km até ao 2º abastecimento, depois de Rogil, tanto eu como o Tó demos tudo o que tínhamos, com o vento contra, foi um esforço brutal (obrigado amigo Tó), entretanto passámos pelo Pedro Bike que teve um furo, é preciso ter galo! Chegados ao abastecimento estavam os fugitivos numa azáfama brutal, uns corriam para um lado, outros para o outro, enfim! Como só precisava de água ainda sai 1º que o Álvaro já os outros seguiam à frente, com o Álvaro a oferecer-me a sua roda até à recolagem. O Tó, ainda o incentivei a vir connosco, mas este depressa abdicou do convite a companhia não lhe devia agradar muito lol… Estavam agora na frente, Miguel Afonso, Esteves, Francisco, Tapadas, Pimentel, Álvaro e eu de rastos, a tentar recuperar do desgaste. Alguém diz: está na hora de fazermos a roleta, à qual eu não participei (como se compreende, já que tinham sido os responsáveis pelo meu desgaste, agora tinham de carregar comigo lol…). Como eu não gosto de ser fardo para ninguém, passado cerca de meia hora e como felizmente está cá muito endurance, já estava de novo fresquinho e a colaborar também na dita roleta. Para nosso espanto, depois duma boa descida, pouco antes de Aljezur, olhámos para trás e avistámos o amigo Miguel Afonso já com cerca de 100m de atraso, sem sequer se ter manifestado, coisa estranha, pois até ali tinha participado na dita roleta, sem dar sinais de debilidade física. Faz lembrar as corridas de formula1 em que um carro está a andar muito bem e de repente fica parado na pista, com o turbo rebentado lol… Miguel desta vez é caso para dizer “ganimos” os 2, mas eu mais uma vez cheguei na frente. Deixa lá, fica para a próxima, há mais marés que marinheiros, mas tinha ficado mais satisfeito se tivesses chegado connosco amigo!!! Continuando, depressa chegámos à Carrapateira, no início da subida mais 2 a ficar para trás Álvaro e Tapadas, estranhámos, fizemos um compasso de espera, nada de grave, o amigo Álvaro tinha deixado cair um bidon. A partir daqui deu para entender, que o grupo não queria perder mais ninguém a não ser que alguém ficasse deveras debilitado, sim porque o ritmo continuou bastante alto, muito por culpa do Álvaro, que de vez enquando mandava umas sapatadas, até parecia que nos queria deixar para trás, a todos nós. Sem dúvida que era o que aparentava melhor frescura física nos km finais, mas no grupo também se verificava, que já ninguém fazia a diferença!!! Depois da rotunda, na recta, até à tabuleta Sagres, o vento soprava de forma intensa, até parecia que nos queria obrigar a voltar para trás, mas estes 6 heróis, Esteves, Francisco, Tapadas, Álvaro, Pimental e Vaqueirinho não viraram a cara ao dito, cortando a meta lado a lado, com o tempo de 6h15. Falando em heróis, para mim foram todos os que participaram nesta Dura jornada, independentemente de terem chegado em 1º ou em ultimo, pois todos de uma forma ou outra, dentro das suas possibilidades, contribuíram, para que este fosse mais um, dos muitos belos dias, que temos passado juntos encima das maganas. Obrigado a todos! Uma palavra de apreço para o Fernando Mucifal, que com os seus quase 60 anos, com toda a sua sabedoria e traquejo, se aguentou firme no grupo perseguidor, que fez perseguição aos homens da frente, é caso para dizer: eu quando for grande, também quero ser assim!!! Obrigado ao Rui e sua esposa, à Ana, que desta vez levou como companhia a sua mãe, todo o apoio por vós prestado, sem vocês, isto não era a mesma coisa! Um abraço,
António Vaqueirinho

POR TO MONTEIRO
Quero deixar os meus agradecimentos ao RUI E ESPOSA da loja 2cycling, sempre incansaveis em nos ajudarem nestas aventuras.
A Ana Turtle sempre disposta a dar uma mão.
Ao Grande ciclista RUI CERVELLO que dando o grande exemplo abdica de uma média melhor para ajudar alguém mais fraco.
Parabéns a todos os participantes, e aos rebocadores do dia Francisco e Esteves.
Os Troias nunca são iguais pois são muitos os factores determinantes para que tudo corra na perfeição ou esbarraremos na ``PAREDE´´ Odeceixe.
Por este motivo quem falta perde a clássica mais espectacular assim como uma história para contar.
É nesta Clássica que te superarás a ti próprio!!!
EM cima da Viúva:
Foto da praxe e lá nos fizemos aos quase 200kms de loucura.
O dia estava lindo sem nuvens, mas logo nos deparamos com vento forte de frente, a principal dificuldade que nos acompanharia até ao ultimo km.
A velocidade moderada por alguns minutos serviu de aquecimento para os 30 e poucos Aventureiros.
De notar a presença dos FREEBIKE MONSANTO e alguns outsiders.
A Adesão este ano não foi tão grande muito por culpa da proximidade de algumas Clássicas, a crise a bater a porta assim como a previsão atmosferica incerta .
Algumas cólicas levam-me ao mato por volta do km 30, logo este ano que me sentia bem preparado.
Fica comigo o Sogro do NUNO FRANCO para me ajudar na recuperação (obrigado).
Arrancamos e ao km 45 lá estavam furados os Homens de Caneças.
Perde-se mais 10 minutos e começava a ser difícil termos hipoteses de reagruparmos.
Tentei que os 3 perseguidores mantessemos a calma pois desgaste a mais e deitaria-mos toda a prova ao ar.
A carrinha de apoio já tinha passado para o abastecimento e estava-mos muito em cima da hora para que ela voltasse para traz .
A hipótese seria reagrupar no abastecimento onde estariam todos alimentando-se.
Abastecimento e ja só estavam cerca de 10 elementos que esperaram para nos ajudar (obrigado).
Arrancamos sem perder tempo e pensava eu que este seria o meu grupo até Sagres pois o grosso do pelotão já tinha partido a minutos.
Minutos depois liga-me o Vaqueirinho e trocando kilometragens estavam ``só´´ 3 kilometros a nossa frente.
Este insiste em levar o pelotão devagar para conseguirmos colar.
Eu insisti para que seguissem pois qualquer um pode ter uma percalço como eu tive, e não devemos comprometer a média, mas eles cometeram um acto nobre em esperar (obrigado).
Pelotão complecto ou quase e lá seguimos tendo eu agora mais um motivo para não deixar ficar mal a minha prestação na aventura.
Na passagem na ponte de MILFONTES a paisagem foi deslumbrante mas fiquei sem memória no telemovel e acabaram-se as fotos.
Ao km 120 zona de Fataca já alguns Vassoureiros passavam também na frente para ajudar.
Os mais Duros começavam já a ter alguma atenção na poupança de energias.
Passadas as dificuldades e falsos planos de S. TEOTÓNIO ainda alguns Vaçoureiros faziam parte da caravana.
Aqui Miguel Afonso lança um ataque com alguns Tacistas a saltarem também para a frente levando todo o pelotão com eles.
A coisa acalmou e passado algum tempo passa por nós o Fatáça a todo o gás .
Ninguém se moveu pois só um homem não iria longe e este desapareceu no horizonte.
Chega a prova dos nove ``Odeceixe´´ km137 + - .
A Meio da subida passamos o Fatáça que mais uns minutos tinha passado a rampa nas calmas, e ai talvêz não largasse mais o grupo.
Vou ficando na cauda do grupo e no final com o Forte Vaqueirinho deixamos o grupo fujir.
Lançamos imediatamente um contra relogio a dois pois faltavam poucos kms para a paragem.
Nisto está parado na berma o Furado Pedro Bike .
Não podia parar pois iria comprometer o reagrupamento do Vaqueirinho.
Até a Carrinha era tudo ou nada.
Chegamos na carrinha e já os da frente arrancavam.
Vaqueirinho seguiu na perseguição e eu como tinha um segundo para decidir se ir também ou ficar, optei pela mais fácil, vir com o Fatáça, Bruno Afonso TDI e outros num andamento mais suave.
Começava então outro objectivo.
Chegarmos a Sagres sem perder mais ninguém.
Esta terceira fase é sem duvidas a mais difícil, pois num grupo já reduzido e o acumular de KMS passados já levaram á algum tempo o prazer de pedalar.
Nas Eolicas onde culmina a Carrapateira o vento forte quase deitava as Bikes ao chão, mas não o suficiente para nos desviar do objectivo final.
Mais uma vês nos superámos a nós próprios e tudo terminou bem sem acidentes.
Este ano cheguei no grupo da frente até Odeceiche, para o anos talvêz ao Rogil, quem sabe???
Obrigado a todos pelo divertimento!!!
E tu ficavas onde???
Abraço
TO MONTEIRO
Saudações do Cannon e Hellman



quarta-feira, maio 04, 2011

2011-05-08 - CLÁSSICA - LOURES - CARTAXO - LOURES + FOTOS



Cada ano melhor!!!
Clássica superada em 7 minutos!!!
TO MONTEIRO

Brevemente os rescaldos !!!

Por To Monteiro
Mais uma Clássica concluída, mais uma louca manhã.
O ``treino´´ de Hoje aproveitando a Clássica Cartaxo com os amigos Pina ficou-se pelos184kms em 6h30m.
Na saída pelas 8h8m mais ou menos chegava em cima do cronometro o que viria a ser o rebocador de serviço Francisco.
A táctica passava de 19+1 para 1+39 na roda lolol.
Um pelotão de quase 40 ciclistas saia agora para mais uma jornada ciclística, quando poucos minutos depois furava o Ricardo BH dos Pina bike.
O Pelotão para compacto nas bombas a seguir .
Quando se avistavam ja alguns ciclistas no nosso encalce um pequeno grupo arrancou e só os apanhámos depois do Cartaxo.
O furado reagrupa e logo em Alverca mais assobios pois alguém havia furado outra vêz.
Agora seguia-mos nos 25kmh esperando.
Chega o Ricardo Costa com o resto do Grupo e o ritmo sobe dizia a malta de 20 para 40 lol.
Até Vila Franca o ritmo não foi demais assim como o empedrado.
Aviso o Ricardo Costa que ia um grupo até bem numeroso em fuga inseridos o Luis Chipollini e Miguel Afonso.
Feita a ``massagem´´ de Vila Franca havia que mexer no desenrolar da ``prova´´ .
Salta para a frente o Vaqueirinho, e como outros Duros eu não podia deixar o homem puxar sozinho e coloquei-me a sua frente para dividirmos as despesas.
O Pelotão começou a ficar para traz e como só 2 não iria-mos a lado nenhum reduzi-mos sendo absorvidos pelo mesmo.
Finalmente começava-se a rolar com orgulho e na frente deu Francisco até Azambuja.
Começo a perguntando por Duros voluntários para ajudar e ninguém se moveu.
Passo do meio do Pelotão para a frente deste talvez 3 a 5 Minutos, mas o depressa me saltou a tampa da panela com a pressão no máximo.
Volto novamente para o meu lugar.
Começamos agora a apanhar alguns ``solitários´´ que não tinham esperado pelos furados.
Francisco na frente e na sua roda alguns pinas e outsiders.
Salto novamente para a sua frente pensando em ajudar, alguns minutos depois de uma difícil subida o grupo tinha ficado para traz , vindo na minha roda o Ricardo BH não notei que nos tinha-mos distanciado do pelotão.
Aqui o Ricardo aproveitou para fugir um pouco.
Apanhado na zona do Cruzamento em Cruz do Campo, foge agora um Pina (não sei o nome).
Com quase todos os Pinas na cabeça do Grupo fazendo de tampão a uma velocidade pouco acima dos 30kmh o fugitivo desapareceu no horizonte.
Avisei algumas vezes os Duros da situação,mas a malta dizia que estava controlado.
Passada a zona de abastecimento do ano passado, este ano não se parou.
Eu tinha avisado que esta situação poderia acontecer e alguns já se preocupavam com a falta de líquidos.
Talvez na zona de Aveiras pára metade do Pelotão para XX quando no arranque o 180 de Caneças fura e fica na companhia do seu Viszinho Pedro Caneças.
Aqui não dava para esperar pelo furado ou lá se iria a clássica.
Só um pró conseguiria recuperar para estes andamentos.
Grandes asfaltos e agora as maganas rolavam que nem loucas.
A ideia era aguentar alguns topos.
Passamos agora o topo difícil onde no ano passado tinha ficado pendurado com o Fataça.
De vêz enquando passamos o nosso grupo na frente com cerca de 10 elementos na frente a ritmos complicados
Agora só os mais forte tinham pernas para tocar os Crenques, Francisco, Esteves e Vaqueirinho.
Bom trabalho malta.
Na sinuosa zona da Arruda o conta kms batia as vezes acima dos 60kmh e eu nem acreditava que ainda ali estava.
Aqui ficava Fataça e Helder.
Os esticões que antecediam a prova dos 9 (Cabêço da Rosa) foram muitos e Duros.
No Cabeço tudo se esfrangalhou e fiquei com o Bruno Afonso e Ricardo BH.
Num contra relógio a 3 apanhamos 2 antes de Bucelas e pouco depois o Ricardo Costa e se não me engano mais 2.
Aviso que não valia a pena perseguir mais e como não me deram ouvidos lá fiquei sozinho com o Ricardo Costa, outro ciclista já tinha ficado para tráz.
Antes de Bucelas estava agora furado o amigo Vaqueirinho e paro claro.
O resto do caminho foi feito em recuperação para o dia seguinte lolol.
Hoje tive um dia bom.
Valeu mais uma aventura sem acidentes.
Parabéns a todos os aventureiros.
Abraço
TO MONTEIRO

Por Vaqueirinho

Mais uma excelente jornada ciclística, onde os Duros do Pedal marcaram presença ao mais alto nível.

Como o amigo Tó já relatou o que de mais importante se passou até ao Cabeço da Rosa, para não me tornar repetitivo vou só comentar a partir desde ponto e falar de tempos e médias da etapa.

No início da subida para meu espanto praticamente todos os Duros que alinharam na partida estavam ali, para enfrentar aquele que seria o topo nº1 de toda a etapa, além de ser de todos o que tem mais altitude é também o mais ingrime, com apenas cerca de 2km de extensão, mas duro quanto baste e fazer toda a diferença, entre roladores e trepadores.

A abordagem ao mesmo foi feita nas mais variadas formas por parte dos intervenientes, motivo: actual estado físico/forma, cansaço acumulado da etapa e mais ou menos trepador.

No meu caso cheguei ali com muita boa frescura física e como tal fui ao choque, eu e talvez mais10. Até ao meio aguentei o ritmo altíssimo dos mais fortes, mas a partir daqui formaram-se 3 grupos eu estava no 2º. No cume passaram por esta ordem: 1ºTropes (Pina) isolado, a 5s, 2º Esteves (Duro) a 10s, 3º Carlos Tapadas (Duro), 4º Miguel Afonso (Duro), 5º Outsider, a cerca de 20s, 6º Álvaro de Negrais (Duro) 7º Vaqueirinho (Duro) 8º e 9º Outsider, a cerca de 40s, 10º Francisco (Duro), 11º Luis Mucifal (Duro), 12º Vítor (Duro). O Torpes depois da subida evaporou-se e só voltou a ser visto na BP lol…

Assim ficaram formados os 3 grupos, todos eles em grande velocidade moveram perseguição uns aos outros sem se aperceberem de quem vinha atrás (para a próxima temos de levar uns transmissores para comunicarmos uns com os outros lol…). Quando eu e o Álvaro já tínhamos em linha de vista, (cerca de 150mt o grupo do Esteves) na rotunda do tojal furei na roda da frente, morri na praia lol…

O Grupo do Francisco ainda alcançou o Álvaro, mas não alcançaram o do Esteves, mesmo assim chegaram praticamente ao mesmo tempo.

Quando estava parado a resolver o furo vários passaram a perguntar se precisava de ajuda eu dizia que não, mas o amigo Tó insistiu e mais uma vez demonstrou que para ele acima de tudo estão os amigos, obrigado Tó. As estrelas nem sempre se deixam ver!!! Lol…

Nesta fase deu para ver passar Duros muito bem posicionados, com muito pouco tempo perdido para os da frente, casos do Bruno Afonso que atravessa um excelente momento de forma. Parabéns Bruno!

As médias no meu GPS, à saída de Vila Franca 27km/h, Cartaxo 32.9km/h, Carregado 34km/h, início da subida Cabeço da Rosa 34.20km/h. Distancia total 145km, feitos à média de 34.52km/h.

Mais uma vez houve um excelente ambiente de camaradagem/convivência e espírito de cooperação entre os 2 Grupos Pinas e Duros. Parabéns a todos!!!

Até uma próxima, porque não o Tróia – Sagres? - Com grande adesão, por estes e outros grupos, serão todos bem-vindos!!!

Um abraço,

António Vaqueirinho

segunda-feira, março 14, 2011

2011-CLASSICA-LOURES-EVORA+FOTOS



¡Escuadrilla del lujo!
¡La calidad de los andamientos no para para desarrollar año del año después!
¡se esperan Los rescaldos de los protagonistas !

Média superada em 3kmh!!!
TO MONTEIRO

Por To Monteiro
Ilustres Amigos do Pedal.
Antes de tudo quero deixar os meus parabéns a este Pelotão de Luxo, que mesmo não sendo prós a média está lá !!!
Agradecimentos especiais ao paciente Rui da loja 2cycling , que nos fez apoio.
O seu a seu dono, e dou também os parabéns aos PINNA BIKE por estas iniciativas, que sempre recebem os outsiders com todo o respeito.
Não posso deixar de dar os parabéns também aos DUROS DO PEDAL que a cada aventura não deixam de nos impressionar !!!
Bom.
Quanto ao meu rescaldo será curto quanto as minhas pernas.
Desculpem a fraca sessão fotográfica, mas as condições atmosféricas e o elevado numero de participantes não dava para mais.
7h30m, ainda só um punhado de ciclistas se encontrava no local da concentração.
A chuva miudinha arrefecia ainda mais os ânimos e a vontade de fazermos 135kms debaixo de chuva.
Tendo esta situação alguns carros deram meia volta e ...
Cerca das 7h45m no momento ideal, pára de chover e o ânimo foi logo outro, levando a que nos acabássemos de equipar.
8h esperando o Ricardo Costa e um elemento do seu grupo, dando-se o inicio da aventura cerca das 8h10m.
As estradas molhadas e estreitas até Vila Franca, obrigavam o redobrar do cuidado, não conseguindo eu passar para a frente do grupo para a sessão fotográfica abitual.
No Tojal já o ritmo aquecia, sempre atentos as movimentações e escaramuças que caem quando menos esperamos.
Aqui me despeço da Turtle (parabéns) e se precisasse de alguma coisa não esitace em ligar a nossa carrinha de apoio.
Na zona de Alhandra passa por mim o Ricardo Costa, tentando alcançar os lugares dianteiros, adivinhando talvez o que ai viria.
Até Vila Franca fomos passando e cumprimentando alguns elementos participantes no AUDACE, nomeadamente os homens da Carris que iam a bom ritmo.
O Pavê estava seco levando o pelotão a bom ritmo de ``massagem´´.
Aqui já o Andreas tinha ficado para trás, pois ao deixar cair um frasco não mais o vimos.
Aviso alguns colegas e amigos, que até aqui vinha-mos cavaqueando da possibilidade de haver algum esticão na ponte como de costume.
Assim foi, e o Ricardo Costa adivinhou, pensei.
Ainda a subir começo a sprintar na esperança de o grupo em fuga atrasar um pouco o que não aconteceu.
Fico agora entre os dois pelotões muito justo na esperança de encontrar alguém com um bom ritmo, mas alguns participantes do AUDACE iam muito devagar para eu conseguir o que pretendia.
Sou obrigado a abdicar e esperar pelo grupo em perseguição com cerca de 15 elementos.
Ainda levei algum tempo a recuperar e não consegui logo ajudar na recuperação.
Aqui fica parado o Castro e mais outro companheiro, talvez um furo...
Mas como eu digo nas clássicas só se pára em caso de queda ou em pelotão compacto, quem fura muda a câmara e com ajuda do carro de apoio recupera até ao pelotão.
O pessoal não havia maneira de se organizar, uns fazendo a queda para a esquerda ou para a direita complicando as contas.
Muitas vezes pensei que já não valia a pena tanto esforço pois o grupo da fuga tinha desaparecido no horizonte.
Tenho de dar os parabéns ao Nuno Franco, 180, Nuno Caneças, Hélder Massamá e em especial o Armando Massamá, que teve uma prestação acima do nível vindo de trás conseguindo mais a frente chegar

com o grupo dianteiro.
Aqui aparece de trás o forte Castro cheio de potencia e entrando em meio fundo atrás do seu carro de apoio lá nos deixou a falar sozinhos.
Um pouco enervado com a situação grito é tudo ou nada arrancando e só o Armando e mais 3 conseguiram acompanhar.
Mas lá fomos apanhados pelos outros 12 que nos seguiam.
Muito antes de Pegões apanhamos o grupo da frente que havia parado devido a queda de uns quantos nomeadamente Alvaro Negrais e Francisco.
Mas joelho esfolado lá seguimos.
Pegões e virando a esquerda lá nos deparamos novamente com um série de rotundas que originam cortes ficando pendurados novamente.
Não é possível recuperar para um pelotão deste gabarito, ainda por cima com carros atrapalhando que nos fazem travar de vez em quando.
Daqui para a frente só o Nuno franco teve espírito e pernas para continuar a perseguição.
Uma manhã cinco estrelas só com o ponto negativo, a queda.

Interessa é participarmos e temos sempre alguém que tenha o nosso ritmo para nos fazer companhia.
Só participamos se chegarmos com o grupo da frente ???
Claro que não. Isso seria doentio.
Próxima aventura em Abril MONTE JUNTO
Abraço
TO MONTEIRO

PS Não se agarrem aos carros, é perigoso!!!

POR VAQUEIRINHO:
Clássica espectacular feita a velocidade recorde de 39,1km/h.

Na partida penso que perto de 8 dezenas de ciclistas a representar os 3 principais grupos Pina Bike, Duros do Pedal, Ciclismo 2640, Ciclomix e muitos sem qualquer representação, mas de alta qualidade, destaco o Tiago Silva.

Às 8h12 deu-se a partida, o tempo não estava muito agradável, algum frio, o piso, como chovera de noite estava muito molhado e perigoso para a prática da modalidade.

De inicio apercebi me de imediato que o ritmo iria ser alto e de facto assim foi. Eram 8h50 já estávamos em V. Franca com média de 34km/h, fizemos o empedrado perto dos 30km/h de loucos! Abordamos a subida para a ponte a 40km/h na descida da ponte atingi 68km/h, para não perder o comboio que nesta fase ia a todo o vapor, muitas foram as carruagens a descarrilarem.

Assim continuámos, a recta do cabo foi feita sempre com o velocímetro a tocar os 50km/h, abrandámos um pouco nas rotundas do Porto Alto, mas muito pouco. Na rotunda do Infantado que à esquerda se vai para Coruche dá-se uma queda envolvendo vários ciclistas entre eles os Duros Francisco e Álvaro de Negrais felizmente sem consequências de maior e todos continuaram. Nesta altura tínhamos 50km percorridos e a média tinha subido para os 38,5km/h.

De salientar, que tanto, eu como o Esteves e o Francisco, tinha-mos como objectivo chegar a Évora integrados no grupo da frente e fazermos o regresso a Loures nas respectivas bikes. Mesmo assim não foram poucas as vezes que especialmente o Esteves passou pela frente a puxar pelo comboio. (grande Esteves estás num grande momento de forma) Gostava de enumerar vários dos que passaram pela frente e diga-se de passagem que nem foram muitos, mas como não sei o nome de todos não falo no nome de nenhum, apenas vos digo: fizeram um excelente trabalho e desde já os meus Parabéns!!!

A abordagem a Vendas Novas mais uma vez como de costume foi feita a alta velocidade, mesmo com várias rotundas. Aqui os mais distraídos também ficam muitas vezes a dizer adeus ao comboio. Já com 85km percorridos mantínhamos a mesma média 38,5km/h.

Subida para Montemor – o – Novo, nada de especial, mas sempre a mais temida. Alguns não sabiam porquê, mas de certeza que agora já o sabem, apesar que desta vez até foi muito meiguinha lol…Apesar do percurso entre Vendas Novas – Montemor ser mais ondulado mantivemos a Média.

Quem pensava que estando com os da frente a partir daqui eram “favas contadas” estava redondamente enganado, esquecia-se que ainda faltava o topo que por acaso é o ponto mais alto de todo o percurso. A rampa com cerca de 2km que culmina no cruzamento de Arraiolos – Santiago do Escoural. Já muito perto deste, deram-se vários ataques, uns atrás dos outros, dando origem a uma fuga a 2 (Esteves e outro, peço desculpa não sei o nome) aqui houve mais uns descarrilamentos, entre eles 2 Duros, Vítor e Rui Mucifal. A fuga, essa depressa se apercebeu que estava condenada ao insucesso, nesta fase por muito bons que fossem os protagonistas era impossível chegarem isolados, com todos aqueles “lobos famintos” que seguiam cerca de 50mt atrás. Nesta altura com 124 km já percorridos a média aumentou para os 38,75km apesar do terreno não ser favorável ao nível da altimetria!

Penso que a partir daqui é que ficou definitivamente feita a selecção dos que iriam chegar na frente, penso que não eram mais de 20. Como o meu objectivo estava assegurado só por muito azar é que não iria chegar integrado no grupo da frente, acedi ao convite do amigo Armando dos “Pássaros” ir na cauda do grupo a desfrutar do prazer que é ir atrás dum grupo em que os da frente vão cheios de adrenalina para disputar a passagem pela meta e nós ali comodamente como se fossemos sentados num sofá a sermos puxados, Armando gostei!

Mesmo ao terminar ainda fiz um sprint do faz de conta, porque alguém já tinha cortado a meta, como se isto fosse alguma corrida! Seja como for não quero tirar o mérito a quem cortou a meta em primeiro não sei quem foi, mas desde já os meus Parabéns. Acima de tudo os meus Parabéns vão para aqueles que puxaram este grandioso comboio e que nos ofereceram a possibilidade de viajarmos a tão alta velocidade, para quê gastarmos tanto dinheiro no TGV? Na chegada a Évora o meu gps acusava 135,24km feitos a uma velocidade média de 39,1km/h, no tempo de 3h27.

Destaco do grupo que chegou na frente e estavam lá a envergar a Dura camisola: Vaqueirinho, Francisco, Esteves, Nuno Silvestre, Álvaro de Negrais e Jorge Pimentel. Conhecidos que por vezes andam no nosso comboio: o Grande Castro o Grande Armando e o Grande Kalinas, que veio de Fátima para nos fazer companhia. As melhoras para o seu amigo que sofreu uma queda mesma a chegar a Évora, mesmo com algumas dores quis fazer o regresso connosco, és mais um DURO DO PEDAL!

Parabéns também para a Ana que mesmo sabendo que não iria ter companhia por muito tempo fez o percurso na integra. Ana és mesmo DURA!!!

A todos muito obrigado pela vossa companhia que foi de uma camaradagem espectacular!!!

Um abraço,

António Vaqueirinho

PS: Na volta, eu, Francisco, Esteves, Kalinas e amigo do Kalinas, até V. Franca fizemos média de 32km/h. O vento não nos permitiu fazer melhor, tanto estava de frente como de lado, foi bom para treino! Em V. Franca o Kalinas e o seu amigo seguiram para Fátima, espero que tenham feito boa viagem.

O Esteves como estava com pressa tinha alguns compromissos, seguiu de imediato para Loures. Eu e o Francisco depois de nos abastecermos seguimos para Famões, como prémio antes de chegar, tivemos a subida de Montemor lol… Chegámos a minha casa com 295km nas pernas e de barriguinha cheia!!!

Por Turtle
ola...

eu fui e xeguei:):)

objectivo superado:):)

6h00...toka o despertador...despaxar as coisas..colocar a tralha no
carro e siga para loures...
chove e chove e chove...

sou sincera..estive um pouco em duvida se arrancava ou nao pois a
chuva fez me pensar um pouco...
eu ja tou habituada a fazer muitos kms sozinha mas com chuva ia ser
bem complicado mas em boa hora optei por sair a pedalar...

a saida de loures ja foi um pouco depois das 8h00 e eu acabei por sair
juntamente com o grupo todo o que me fez pensar que bem cedinho ia
ficar sozinha...

ainda aguentei a subida da pinabike e do tojal mas um pouco mais a
frente tive que reduzir o rirmo que nao ia aguentar e evora nao era
logo ali...lolllol...

por isso mantive o meu ritmo, comecei a dar mais atencao a musica e la
segui eu...

levei sempre pequenos objectivos de xegada e por isso cada vez que os
ia ultrapassando ficava toda contente....alverca...vila franca...onde
me colei a um pequeno grupo de alpiarça que me tinham
ultrapassado...porto alto...pegoes ...aqui foi a seca do dia..rectas e
mais rectas e mais rectas...txiiii...eu cantei..eu falei sozinha..eu
sei la o que fiz...so queria era que acabasse...

na passagem em pegoes trazia media de 27 e qualquer coisa e
pensei...isto ta a correr bem...pois mas enganei me...de pegoes ate
vendas novas apareceram alguns topos que me foram obrigando a baixar o
ritmo e a media...xeguei a vendas novas com media 26.5...
entre vendas novas e montemor fui me defendendo nas subidas mas tinha
nocao que a media ainda ia baixar mais e quando comecei a ver a subida
para montemor...aiii...que me vai custar tanto...lolllol...mas ate
nao...meti o meu ritmo soft por ali acima e foi num instante..ou
nao...lolllol...

em montemor o cheirinho a almoco comecou a fazer estragos e pensei que
tinha que xegar rapido a evora que a fome ia aparecer...e que ando a
colocar implantes dentarios e nao consigo comer barras por isso entre
o isotonico e tres geis a fome aparecer nao era nada raro..lolllol...

aos 22 kms de evora mais ao menos vejo aparecer o grupo dos corajosos
que ia regressar a loures a pedalar e com eles o nuno tdi que vinha ao
meu encontro...
confesso que me soube muito bem pois as dores nas costas e a fome ja
me estavam a fazer desesperar...
sabia que nao ia desistir mas com companhia faz se muito melhor...

de caminho para evora iam passando carros com bicicletas e os
autocarros com os ciclistas que regressavam a casa e os apitos, sinais
de luzes e acenos iam me dando mais força para continuar...
um muito obrigado a todos...

quase a xegarmos a evora juntou se um ciclista da zona que andava a
treinar e acabou por ser uma mais valia na companhia pois conversa
puxa conversa e quando dei por mim ja estava a passar a "meta"...

dai eu mais o tdi fomos para o campo de futebol buscar o carro e dai
para os banhos...
nas piscinas pagamos o banho e fomos ate ao circuito de manutencao
tomar um banhinho de agua quentinha que soube maravilhas...

saimos de evora em busca de um local para almocarmos e ao vermos os
carros do pessoal que tinha ido pedalar parados num restaurante
acabamos por parar tambem...
entramos e fomos muito bem recebidos...

aqui temos muito que agradecer pois apesar de nao termos marcado nada
deram nos a possibilidade de sentar e almocar muito bem e pelo mesmo
valor....
o comer e o atendimento foi cinco estrelas....

e prontos...barriguinha xeia e ai vamos nos em direccao a casa para um
merecido descanso...lolllol...

quero deixar aqui um muito obrigado a todos os que me apoiaram mais
uma vez nesta "maluqueira" mas principalmente ao nuno tdi por ter
voltado para tras ao meu encontro...
obrigado aos duros do pedal por me deixarem fazer parte deste grupo...
obrigado aos pina bike por nos terem permitido usufruir dos banhos e
do almoco....

e agora um muito obrigado a minha kuota que me acompanhou estes kms
todos e nao me deixou ficar nada mal...lolllol...

kms-137.0
tempo-5h31m
media-25.5

ate a proxima aventura:):)
jinhos turtle


Loures,Évora loucura total.

POR BRUNO AFONSO

Boa noite a todos os amigos que perde algum tempo de vida para ler algumas palavras que aqui vos deixo.
Bem o rescaldo não podia começar sem os agradecimentos, 1º ao amigo Tó Monteiro que perde tempo e ainda tem chatices para programar estas etapas que tanto prazer nos dão, mas não podemos esquecer que por traz da logística está sempre alguém, e como tem sido sempre deste que frequento este grupo o amigo To Monteiro , é incansavél ficam aqui deste já os meus sinceros agradecimentos, fica também um sincero obrigado ao amigo Rui da 2Ciclyng que também esta sempre disponível para dar uma ajuda no que pode, e por fim a todos os ciclistas que no domingo passado nos proporcionaram uma manha espectacular de pura adrenalina e focos, durante os 135kl, um especial abraço a todos os duros que cada vez estão mais duros.
Por fim queria dar os parabéns á amiga Ana por ter concretizado esta etapa na totalidade, parabéns e um grande beijinho.

Bem passando ao que realmente interessa do meu ponto de vista foi o seguinte.
Eram precisamente 7.10 da manha quando sai de casa e para meu espanto estava de chuva, hóoooo não pensei eu, mas já me tinha levantado paciência, chegada a Loures e já se encontravam por lá muitas caras conhecidas dos domingos.

Era hora do arranque e foi dado a todo o vapor pois no acesso a bucelas a velocidade vez-se sentir pois já se ouviam comentários do tipo "isto vai andar" ou a 2esta velocidade não chego a Évora", bem quanto a mim estava tudo bem pelo menos até vila franca, ai sim a táctica teve que aparecer pois no ano passado fiquei a tirar bilhete porque me distrai na calçada, mas este ano sabia que tinha que estar o mais á frente possível assim foi, pois a subir a ponte o ritmo subiu e de que maneira fazendo logo ai alguns cortes deixando pessoal para traz com muitas dificuldades para ultrapassar a distancia que ficou pro grupo da frente, e pelo que ouvi a mesma ia aumentando deixando o pessoal em sérias dificuldades, bem no 1º grupo seguiam alguns dos duros, era o meu caso, o Francisco, Esteves, Vaqueirinho,Nuno TDI,Álvaro ngrais, Vítor colnago e o Jorge PPimentel , a equipa não estava mal representada, mas faltavam grandes nomes, como os irmãos shleks, To; Hélder;Fataça;Nuno franco,Armando, e o resto da "equipa" caso dos """Camones"""" que me desculpem pois não sei o nome de todos, e não quero deixar passar a vossa prestação em branco, bem continuando a velocidade foi sempre bem alta com chuva que de vez enquanto aparecia para arrefecer os motor que já vinham a deitar agua fora, e numa rotunda perto de vendas novas, o grupo parecia mais um jogo de bowling, com pessoal a cair que nem tordos, infelizmente o que se constou foi que o Francisco fez um upgrade ao motor e esqueceu-se de adaptar os travões á potencia, amigo temos que ir aquecendo os calços de vez enquanto, levando á sua frente o amigo Álvaro Negrais, e as enevitaveis quedas, bem problema resolvido e lá voltamos á estrada,e não é que fomos apanhados pelo grupo que vinha de traz, ainda bem pois foi bom ver mais caras conhecidas, o amigo Hélder vinha com alguns problemas não se sentindo bem assim como o Tó que teve que fazer paragens de emergência lol, eram os nervos a gente sabe como é Tózinho, bem passamos Vendas Novas e mais uma vez ouve pessoal que ficou pra traz, tenho a certeza que por varias questões, mas o que é certo é que quando chegamos á parede de Montemor já só ia metade do grupo, ai ficou mais metade e eu estava incluído fiquei a ver o grupo principal a menos de 200m, mas que fazia toda a diferença pois sozinho não conseguia fechar o espaço, e o pessoal que se juntou a mim só 1 ou 2 é que colaborar-am ficando eu num 3 grupo, deixei ficar o pessoal que vinha comigo pra traz impondo o meu ritmo e foi o melhor que fiz pois uns klm mais á frente comecei a passar pessoal que caiu da carroça e ficou na estrada, consegui apanhar um bom grupo no qual fui integrado até ao final.

Para mim foi uma etapa boa pois consegui superar o tempo do ano passado e estive sempre bem durante toda a etapa, chegando com uma média horária de 37.5klh e 3h 30m sensivelmente.

Pró ano há mais, uma vez mais um muito obrigado a todos os ciclistas de todos os grupo que domingo se fizeram á estrada, em especial a TODOS OS DUUUUUUUUUUUUROS.


Cumprimentos:
Bruno"LOOK"Afonso