quarta-feira, julho 25, 2012
2012 CLÁSSICA (Cartaxo)
domingo, julho 01, 2012
2012-Clássica - PENICHE
Agradecimentos aos quase 40 ciclistas que participaram nesta Clássica.
Agradeço também o ritmo moderado na primeira parte em prol do convívio , que é bonito e começa a ser já um abitué nas nossas Clássicas, deixando a ``corrida para depois da caneca´´.
Um agradecimento ao Rui Luz que puxou a vassoura durante muito tempo.
Só lamento que as camisolas dos DUROS continuem a ganhar mofo em casa .
Foi mais uma Clássica que veio para ficar e vai ganhando participantes Ano após Ano.
Sem tempo para rescaldos mais detalhados aqui deixo os meus agradecimentos.
Aquele abraço
TO MONTEIRO
quarta-feira, junho 27, 2012
QUEBRANTAHUESOS
segunda-feira, junho 11, 2012
Clássica - SERRA DA ESTRELA - 17/06/2012
Por TÓ MONTEIRO
Desejo as melhoras rápidas ao Ricardo Costa que foi sujeito a uma operação cirúrgica e não pode comparecer a esta magnifica Clássica.
Agradeço a tal pessoa que me ligou dando toda a força psicológica para enfrentar as dificuldades por que passei (Obrigado por seres como és) lá junto ao Céu pensei em ti.
Mais de 30 estavam na partida e não houve acidentes.
Hoje pela primeira ves fiz cerca de 50 kms sozinho, entregue aos meus pensamentos e a maravilhosa Serra que respeitei me agradeceu com a sua beleza .
Que dures para todo o sempre SERRA DA ESTRELA, e emociones futuras gerações como fizeste comigo hoje.
Recordo:
Eu sozinho envolto no som do rio que corria lá em baixo, saciando a sede as aves felizes que cantavam de satisfação, com as coisas mais simples que a natureza lhes ofereçe.
Apenas o rolar das rodas desafinaram tal sinfonia.
A corrida para uma `` taça´´ não vale nem a sombra de uma pedra que por lá ficou.
Hoje fiquei feliz e deslumbrado com a pintura que a serra nos ofereceu, não havendo pintor algum capáz de a descrever .
Agradeço o abráço verdadeiro a chegada depois de tanta dureza, do sempre amigo para mim Jorge Preto dos Passaros (obrigado amigo serás sempre bem vindo nas nossas aventuras)
VALEU
Aquele abraço
TO MONTEIRO
É a paixão e liberdade de pedalar que me move, não a glória de taças vazias, tendo isto ir ao choque perde o sentido.
domingo, maio 20, 2012
CLÁSSICA - LEZÍRIAS 27/05/2012
Na loucura da cadencia .
Teu Coração é o limite .
Apanha o Comboio e supera o teu endurance .
FOTOS : https://picasaweb.google.com/117546044644831595908/2012LEZIRIAS
PERCURSO : http://www.gpsies.com/map.do?fileId=tfzhdqqxqwjcnzeg
Rescaldo por TO MONTEIRO :
Já esperava muitos participantes nesta Clássica que ao jeito de roladores viessem queimar toda a lenha acumulada durante a semana.
- Chafariz Caneças 40 minutos
7h30m lá começava a longa aventura. Eu, Helder, Brazileiro, andreas, Vieira, Eugénio .
Em Belas entram os irmãos Afonso.
Em Caneças lá estava o grosso dos Duros chegando logo de seguida o Rui Luzia mais uns quantos.
Paragem em Monte Mor para xx pois só parariamos depois em Coruche e seria dificil aguentar lol.
Pelotão arranca e eu com Helder Vieira, João Afonso Ficamos pendurados só alcansando o grupo no Tojal. Ufa.
- Loures Alverca 25 minutos a uma média de 32,3kmh.
Esta fase servio para colocar um bom punhado de Duros na frente e bater algumas fotos.
- Alverca Vila Franca feita em 16 minutos na média de 35.4 kmh.
Coube ao Vaqueirinho, Andreas, Patricio, João Afonso , Francisco e eu levar o comboio a bom ritmo até Vila Franca.
Empedrado e Castro com um companheiro lança um ataque sendo só apanhados depois da ponte.
- Vila Franca Coruche 50km a uma média de37kmh
Na zona de Benavente com vento lateral da esquerda obrigava a protecção o mais a direita levando a uma queda por parte do azarado do dia Monteiro Cervelo, que entra
pela berma e não controlou a bike na areia.
Sem problemas de maior e com o pelotão devagar lá seguimos para o resto da tirada.
De salvaterra de Magos a coruche as estradas não são muito largas mas o tranizito não é muito.
Aguenta-se algumas escaramuças por parte do André e penso que também o victor faria nos fizeram a vida negra.
Coruche e perdemos para ai 15minutos com uma prova de atletismo.
Foi o pagode e diversão só de rir mas só vendo lolol.
- Coruche Loures 78kms com a suave média de 34kmh muito por culpa do vento que soprava de frente.
Aqui mais uma fuga do Victor Faria e amigos que se deixaram apanhar pois estavam ali para disfrutar com os amadores.
Francisco Vaqueirinho e alguns outsiders ajudaram a recuperar para os alcansar.
Pouco depois Monteiro, João Afonso e o rapaz de Ferro lançam uma fuga com mais de 10kms sendo alcansados alguns bons pares de minutos depois.
Chegada a Vila Franca comigo na cauda e Victor Faria para não cair na areia encosta-se ao muro na curva apertada a direita.
Aqui mais uma vêz o Monteiro Cervelo preocupado com o Victor olha para tráz escorregando na areia estatela-se ao comprido.
Braço e joelho esfolados.
Aqui já pelotão tinha fujido sem se apreceber da situação. Faria e monteiro lançam aperceguição e fuco sosinho.
Passando carro em carro lá alcanço o pelotão antes de Alverca.
Subida da cerveja e lá se vai o pelotão ficando agora eu com o Vieira Helder e Monteiro que estes ultimos que já vinham com caimbras.
Lá fomos até Monte mor onde só nos esperavam os irmãos Afonso e Andreas.
Lamento se os meus rescaldos são curtos, mas não tenho pernas para vir na frente onde a aventura é mais apimentada.
Peço a que alguém com melhor memória faça um apequeno rescaldo, como foram os acontecimentos na cabêça do Grupo.
Valeu o divertimento.
Obrigado a todos os amigos que se juntaram a nós para mais uma manhã inesquecivel.
Abraço
TO MONTEIRO
Próxima Clássica Serra da Da Estrela 17 Junho.
Aquele abraço
segunda-feira, abril 23, 2012
CLÁSSICA - MONTE JUNTO - 06/MAIO/2012
POR TÓ MONTEIRO
Caracteristicas da Etapa:
Massamá-Massamá 154 km
26,3KMH (Vassoureiros)
05H52M
Rescaldo por TO MONTEIRO :
Confesso que Não esperava um numero tão elevado de Participantes na primeira clássica 2012 dos DUROS DO PEDAL.
Penso que se não fosse dia da Mãe o comboio teria sido ainda maior, mas não dava para adiar mais esta trepadela ao Monte Junto. com outras Clássicas não menos importantes a porta, nomeadamente As Lesírias e Serra da Estrela com os Pinabike.
Chegamos a Loures 3 minutos antes que nos levou a esperar pelas 8h30m, não seria justo o comboio passar antes da hora.
8h30M lá nos fizemos ao asfalto.
O Comboio era enorme talvêz mais de 50 e pela primeira vêz alguns elementos dos Passaros.
Seria interessante contar com este Grupo de nome já tão conhecido nas do ciclismo Amador.
Como eu dizia a paragem originou a que destemidamente os Pinabike e outsiders mosculados tomassem conta do ritmo.
- Loures a Vila do Sobral foi feita em 59 minutos (Vassoureiros) a uma média de 29kmh.
Até Bucelas nada a salientar aproveitando-se o rolar para os cumprimentos da malta amiga que só vemos nestas Clássicas.
Aproveita-se aqui para se fazerem algumas movimentações afim de se preparar a subida de 10kms até Seramena.
A partir daqui começou para mim o desrespeito pela clássica com os mais fortes trepadores impondo um ritmo impossivel de ser acompanhado pelo menos por metade do Pelotão. Foi para mim lamentável só pensarem em descarregar os próprios amigos pensando só em mostrar aos outros o quanto fortes são, como se não soubesse-mos que pernas teem, já agora a consideração pelo próximo ...
Desculpem mas é a minha opinião e quando eu quiser ir sozinho ao Monte junto sei o caminho de cor.
Para concluir devia-se ter respeitado o 1º terço da Clássica em prol do convivio (Sobral Monte Agraço) e apartir dai teria-se muitos kms pela frente para se gastar toda a lenha.
Muito antes de Arranhó já a Máquina (coração) tinha batido nos 179 BPM e pensava eu e bém que era melhor levantar o pé ou chegaria ao Sobral com as calorias destinadas ao Monte Junto gastas.
Na zona da Bém Posta apanhamos o Grupo do freitas que nos fêz companhia até quase ao Sobral ficando estes aqui para tráz sem eu saber se teriam atalhado.
Fomos sempre apanhando alguns ``cuspidos´´ da Automotora desenfreada.
- Sobral a Vila Verde a ritmo de roleta completamos os 20 kms que nos separavam do Monte junto em 35 minutos a uma média de 33kmh .
A ritmo moderado lá chegamos a Vila Verde tendo antes parado para o xx de maneira a subirmos confortaveis até as ``nuvens´´.
Preocupamo-nos em não perder ninguém , mas o Vieira já vinha muito justo e preferiu empregar o seu ritmo.
- Vila Verde alto de Monte Junto foram feitos em 30m40s a 15,5kmh com média 160BPM.
A meio já alguns trepadores vinham a descer.
- Descida feita em 10 minutos batendo a velocidade máxima do dia nos 64kmh.
Atestamos de agua no Chafariz e lá estavam alguns Duros e parte do pelotão de Pero Pinheiro.
A maioria dos Duros com a pressa de sempre já tinham arrancado.
Paramos 2 vezes devido a avaria mecanica na bike do Helder Massamá.
Daqui até Belas foi sempre a gerir as forças de maneira a não perdermos o Vieira aparentando ser o mais desgastado.
Agradeço ao Fataça e nuno TDI terem tido a paciencia de assumirem as despesas até Belas.
Agradêço a todos os participantes terem feito parte desta moldura Humana que voou naqueles asfaltos.
Lamento não saber o que se passou no pelotão da fuga mas iam muito longe ...
Próxima Clássica Lesírias 27 Maio ao jeito de roladores.
Aquele abraço
POR VAQUEIRINHO :
Clássica de Montejunto, pura dureza! Andamento só ao alcance de muito poucos…
domingo, março 18, 2012
CLÁSSICA-LOURES-ÉVORA 25-03-2012
segunda-feira, março 05, 2012
CLÁSSICA -LOURES-SANTARÉM -LOURES-2012-03-11
FOTOS: https://picasaweb.google.com/117546044644831595908/2012CLASSICASANTAREM
domingo, outubro 30, 2011
2011-AUDACE BARREIRO
https://picasaweb.google.com/117546044644831595908/2011AUDACEBARREIRO
Fim de época e Audace concluído sem acidentes com cerca de 150 participantes.
Escolhi esta foto como que uma pequena homenagem a este grupo ao qual fiz companhia durante varias horas, pois consegue andar varias horas sem esticões de maneira a não perderem os amigos s.
Parabéns a eles e isto também é andar de Bicicleta.
Foram 140 kms em ritmo de passeio.
As dificuldades estavam essencialmente nas horas passadas em cima do selim e as subidas para a Serra da Arrábida.
Percurso lindo com paisagens para recordar, e ao estilo de Roladores muitas rectas a perder de vista.
Pena a fraca participação por parte dos DUROS.
Dividi o meu carro por 3 ciclistas e gastámos a pequena quantia de 4€ cada um.
Em tempo de crise temos de nos defender.
Assim terminou a época 2010-2011.
41 Etapas (Domingos e Feriados)
4 treinos especificos``Troia sagres´´
3 Audaces
8 Clássicas.
Com a barriguinha cheia de aventuras não nos podemos queixar.
Faço votos que cá nos mantenha-mos por muitos anos, na Automotora ou na Vassoura o que interessa é participar e disfrutar das maganas.
Abraço
Desculpem qualquer coisinha.
TO MONTEIRO
quinta-feira, outubro 06, 2011
2011-CLÁSSICA-PINABIKE+fotos
Antes da Sapataria abdico do andamento e espero pelo Hélder que vinha sozinho descarregado numas descidas.
Por Ricardo Costa
domingo, setembro 18, 2011
2011-CLÁSSICA-CASCAIS-FÁTIMA+fotos

Na passagem do grupo Duros do Pedal pela Expo rio trancão, juntei-me eu e mais pessoal que por ali estava à espera. Antes já tinha por ali passado um grupo com mais de 30 ciclistas onde seguiu o pessoal de Caneças. Eram 9h13, quando arrancamos com andamento moderado até que chegasse a grande avalanche, pouco tempo depois fomos completamente absorvidos, mais parecia um enxame de abelhas. Deu para ver que o comboio vinha composto por várias figuras do ciclismo nacional. Conforme íamos avançando mais atletas se iam juntando, na passagem pela Azambuja deveríamos ser mais de 200, impressionante!
Na zona de Cruz do Campo há uma queda, cerca de 50 ciclistas seguem e os restantes ficam para trás dando origem a um corte. Eu, e os irmãos Bruno e João Afonso pelo motivo da queda, perdemos o contacto com os homens da frente, onde seguiam a maior parte dos Duros.
Na chegada a Santarém onde já estava o Tó e os restantes Duros, fizemos o respectivo abastecimento como previsto e todos os Duros seguiram em andamento moderado à espera que se desse o reagrupamento com os restantes que tinham ficado para trás. Outros nem fizeram a paragem e continuaram de imediato.
Ao contrário do que sucedera o ano transacto os Duros este ano passaram de perseguidores a perseguidos. Em Pernes o Nuno Silvestre, Tó e Jorge Pimentel decidem parar e esperar, os restantes decidem continuar, com o Francisco impaciente a fazer uma fuga consentida.
Um pouco antes de Minde como ninguém chegava de trás, o Esteves decide anular a fuga do Francisco e todos seguimos na sua roda. Fuga anulada, de imediato chega a subida de Minde, esta foi feita com andamento controlado de forma a não deixarmos ninguém do grupo para trás, foi-me difícil conter o pessoal, que já estava a ficar desenfreado e não havia forma de queimar toda a lenha que tinha vindo a acumular desde algumas semanas atrás.
Covão do Coelho aqui já não havia nada a fazer foi meter lenha sobre lenha. O Vítor Colnago que está em grande forma foi o 1º a disparar por ali acima, não tive outro remédio senão segui-lo, o Esteves ataca, Tapadas e Álvaro Negrais respondem e assim foi feita a subida mais DURA do dia, ataques atrás de ataques a ver quem se conseguia isolar. Durante a subida passámos por muitos atletas que tinham vindo para a frente, a meio da mesma só 1 seguiu connosco, Hugo Arraiolos dos Pinas.
Já no último topo os resistentes eram, Esteves, Álvaro Negrais, Carlos Tapadas, Francisco, Vaqueirinho, Vítor Colnago, Carlos Patrício e Hugo Arrailos. Mas para quem pensava que as escaramuças tinham terminado e ia desfrutar dos últimos km até à chegada a Fátima, de imediato ficou desenganado. Mais ninguém ficou para trás, mas teve-se de dar muito às pernitas, para não se deixar partir o elástico.
De lamentar os acidentes, além de ser mau principalmente para quem os sofreu (as rápidas melhoras), foi também mau para a tão desejada chegada em pelotão, pelo menos até Minde/Covão do Coelho, nestas míticas subidas onde se separa o joio do trigo!
As minhas médias registadas: Sacavém – Santarém 33.2km/h, de Santarém – Fátima 29.3km/h.
Obrigado a todos pela excelente companhia e até uma próxima.
Um abraço,
António Vaqueirinho
quinta-feira, setembro 08, 2011
CLÁSSICA-MONTE JUNTO+FOTOS

Montejunto (por Pragança) talvez, a mais dura clássica realizada esta temporada! Não só pelo acumulado de subida, mas principalmente pelo vento que se fez sentir na ida.
Depois de ter parado completamente em Julho e só a partir dos meados de Agosto voltar ao convívio dominical no seio do grupo Duros do Pedal, para treinar acompanhando os ditos “Vassoureiros” que estão a andar para caraças lol…Voltei a sentir o prazer de andar na frente, na automotora conduzida por maquinistas de alto gabarito…, mas fiquei com a sensação que só lá andei, porque alguns tiveram uma certa compaixão lol…
Como o amigo Tó já descreveu o que de mais relevante se passou até à zona do Freixal, eu aproveito a deixa e contínuo.
Até Martins Joanes o ritmo continuou alto, a partir daqui o pelotão baixou o ritmo, o Duro Carlos Tapadas inconformado com a situação por não termos alcançado os fugitivos, lança-se sozinho em sua perseguição.
Em Pragança de repente levámos com uma autentica parede que parecia não mais ter fim, cada um meteu o ritmo que mais lhe convinha, os mais credenciados depressa tomam a dianteira ganhando metros atrás de metros por ali acima, o pelotão ficou todo esfrangalhado a subida era feita a solo ou a pares.
Dos Duros que seguiam no pelotão eu e o Álvaro Negrais destacamo-nos dos demais e fizemos as duras rampas na companhia de mais 1 ciclista, mais que uma vez alertei o Álvaro: atenção ao andamento, se não queres estoirar, abranda, ele olhava para cima e dava-me razão e assim chegamos lá acima, na parte final aproveitando a minha rodinha desfere um ataque e bate-me ao sprint, isto é o que se pode chamar um bom amiguinho lol… é assim mesmo Álvaro, os gregários servem para quê? – Para rebocar os sprinters. Já na parte final deu para ver a descer o Tapadas e o Francisco (este dito por ele enganou-se no percurso e subiu pelo Avenal, atalhou lol…).
Durante a descida via-se a luta que cada um travava com a dura rampa final. Até V. Verde dos Francos todo o cuidado era pouco, para não sair para fora da estrada, tal eram as rajadas de vento que se faziam sentir, eu ainda por cima com rodas de perfil alto.
Agrupamento/abastecimento feito, fizemo-nos à estrada de regresso, eu, Tapadas, Álvaro Macedo e Pedro Bike vínhamos na boa, em ambiente de pura cavaqueira, quando chega o grosso do pelotão e, ala que se faz tarde... As coisas pioraram ainda mais quando chega à cabeça do grupo o Francisco que se lamentava, por ninguém ter esperado por ele. Como que por vingança, depressa nos ganha cerca de 50mt, mas o pessoal agora já não estava para brincadeiras, lanço um sprint e depressa todos o alcançamos, a partir daqui foi escaramuças atrás de escaramuças, os topos que iam aparecendo eram devorados num ápice.
Com este ritmo alucinante depressa começaram a surgir as primeiras baixas, casos do Álvaro Negrais (o Tapadas avisou que lhe ficava a fazer companhia), mais à frente Bruno Afonso entre outros…No início da subida da Sapataria, dos Duros seguiam: Vaqueirinho, Francisco, Álvaro Macedo, Vítor Colnago e Pedro Bike, mais André, David, Vítor Matavelha e mais 2 que não sei o nome (peço desculpa).
Quando o Francisco descarrega a pilha pensei que o ritmo iria baixar, qual quê! - Penso que a partir daí ainda foi pior, André (penso que num patamar acima de todos) + David e Matavelha não deram tréguas, foi de loucos!!!
As coisas só se compuseram quando o André e David seguiram em direcção à Venda do Pinheiro e nós para Lousa, aí sim, foi desfrutar dos km que faltavam até Santa Eulália. Aqui já se encontrava o Rui Luzia que se fartou de atalhar durante toda a clássica lol…Eu e o Vítor Colnago seguimos em direcção a Dona Maria e os restantes a Negrais, não deu para esperar pelo reagrupamento, o tempo estava desagradável e o empeno não dava para grandes paragens! – Havendo o risco de o motor não voltar a trabalhar.
Quero aqui deixar uma palavra de apreço ao Tó (grande promovedor destas jornadas ciclísticas) e outros, que vão a estas clássicas na expectativa de irmos juntos, neste caso pelo menos até ao início da subida (ou até um determinado ponto pré acordado), para depois aí cada um fazer o que lhe der na gana. Ontem infelizmente mais uma vez isso não aconteceu, podíamos dizer: há indivíduos que vão sempre à mama e não vão para a frente puxar, mas não foi o caso, vi o Tó e outros passarem pela frente várias vezes sabendo que mais tarde isso lhes iria sair caro. Deveria existir compreensão por parte dos melhor preparados/treinados e ter o cuidado de não deixar para trás, pelo menos os que não o merecem. Eu próprio logo no início fui para a frente apelar a que se levasse um andamento mais moderado, mas infelizmente não sortiu efeito. Penso que para certos indivíduos só o “Angliru” lhes fazia reduzir o andamento lol…
Resta-me agradecer a companhia de todos sem excepção e até à próxima, Cascais – Fátima.
PS: Os meus registos de tempos:
Loures – Pragança, 64,17km – 27.7km/h * Subida Montejunto, 5,63km – 14,9km/h * Vila Verde – Santa Eulália, 49,02km – 32,7km/h * Famões – Famões, 153,70km – 27,5km/h
Um abraço,
António Vaqueirinho
Por Ricardo Costa
O meu regresso às lides do grupo, após prolongada ausência foi do tipo, toca e foge. Ou melhor, toca e fica... logo pendurado! E nas primeiras dificuldades. Mais do que seria previsível, estava previsto. Além da completa incompatibilidade entre a minha condição física e o nível minimamente exigível para integrar, a «tempo inteiro», uma volta do grupo, o percurso era altamente selectivo. Nada menos que Montejunto, por Pragança. Olha que oportuno!
De qualquer modo, esta breve aparição – esperemos que seja, definitivamente, para retomar, devagarinho... – serviu, acima de tudo, para matar saudades do convívio com o pelotão, do matraquear dos carretos, dos esgares de esforço, da amena cavaqueira, ainda que debaixo do silvo do vento quase ciclónico que soprava na longa ascensão do Forte do Alqueidão. Factor que ajudou a precipitar o meu abandono, por alturas de Arranhó, altura em que não resisti à minha incapacidade actual de atender uma chamada e de manter o ritmo de um grupo de bom nível que começava a aquecer motores após alguns impasses iniciais devido a furo antes de Bucelas.
Ressalvo, a presença dos Duros do Pedal, do camarada Tó Monteiro, de alguns dos mafrenses do Ciclismo 2640, entre os quais o Xico Aniceto, o Sergio e o Pedrix (por relato de terceiro, já que não cheguei a durar até à sua entrada), e ainda do Vítor Mata-a-Velha, que, pelo segundo fim-de-semana consecutivo, veio ao nosso encontro (integrou a equipa Pina Bike no recente contra-relógio por equipas, Alverca-Reguengos).
Mas também alguns de habituais nas andanças domingueiras do nosso grupo, casos do Jorge «Contador», Alex, Cunha, Jony, Nuno Garcia, Capela, André, David, entre outros. Todavia, estes foram escassos, quando comparados com adesão massiva dos homens do conjunto de Algueirão – como é habitual e de louvar, não só quando jogam em casa, mas, principalmente, sempre que se deslocam a outro reduto. Eis grande exemplo para outros grupos!
Sobre as incidências da volta, sei pouco. E apenas, uma vez mais, por relato de terceiros, que a volta foi marcada pela oposição do vento e que a subida a Montejunto, pela dura vertente de Pragança, terá sido interessante, bem atacada por todos, mas naturalmente com os trepadores mais conceituados a imporem os seus galões, acompanhados dos restantes que se apresentarem em forma
Espero na próxima crónica – já na jornada de domingo que vem - possa chegar um pouquinho mais longe no relato... Seria bom sinal!








