Antes da Sapataria abdico do andamento e espero pelo Hélder que vinha sozinho descarregado numas descidas.
Por Ricardo Costa

Na passagem do grupo Duros do Pedal pela Expo rio trancão, juntei-me eu e mais pessoal que por ali estava à espera. Antes já tinha por ali passado um grupo com mais de 30 ciclistas onde seguiu o pessoal de Caneças. Eram 9h13, quando arrancamos com andamento moderado até que chegasse a grande avalanche, pouco tempo depois fomos completamente absorvidos, mais parecia um enxame de abelhas. Deu para ver que o comboio vinha composto por várias figuras do ciclismo nacional. Conforme íamos avançando mais atletas se iam juntando, na passagem pela Azambuja deveríamos ser mais de 200, impressionante!
Na zona de Cruz do Campo há uma queda, cerca de 50 ciclistas seguem e os restantes ficam para trás dando origem a um corte. Eu, e os irmãos Bruno e João Afonso pelo motivo da queda, perdemos o contacto com os homens da frente, onde seguiam a maior parte dos Duros.
Na chegada a Santarém onde já estava o Tó e os restantes Duros, fizemos o respectivo abastecimento como previsto e todos os Duros seguiram em andamento moderado à espera que se desse o reagrupamento com os restantes que tinham ficado para trás. Outros nem fizeram a paragem e continuaram de imediato.
Ao contrário do que sucedera o ano transacto os Duros este ano passaram de perseguidores a perseguidos. Em Pernes o Nuno Silvestre, Tó e Jorge Pimentel decidem parar e esperar, os restantes decidem continuar, com o Francisco impaciente a fazer uma fuga consentida.
Um pouco antes de Minde como ninguém chegava de trás, o Esteves decide anular a fuga do Francisco e todos seguimos na sua roda. Fuga anulada, de imediato chega a subida de Minde, esta foi feita com andamento controlado de forma a não deixarmos ninguém do grupo para trás, foi-me difícil conter o pessoal, que já estava a ficar desenfreado e não havia forma de queimar toda a lenha que tinha vindo a acumular desde algumas semanas atrás.
Covão do Coelho aqui já não havia nada a fazer foi meter lenha sobre lenha. O Vítor Colnago que está em grande forma foi o 1º a disparar por ali acima, não tive outro remédio senão segui-lo, o Esteves ataca, Tapadas e Álvaro Negrais respondem e assim foi feita a subida mais DURA do dia, ataques atrás de ataques a ver quem se conseguia isolar. Durante a subida passámos por muitos atletas que tinham vindo para a frente, a meio da mesma só 1 seguiu connosco, Hugo Arraiolos dos Pinas.
Já no último topo os resistentes eram, Esteves, Álvaro Negrais, Carlos Tapadas, Francisco, Vaqueirinho, Vítor Colnago, Carlos Patrício e Hugo Arrailos. Mas para quem pensava que as escaramuças tinham terminado e ia desfrutar dos últimos km até à chegada a Fátima, de imediato ficou desenganado. Mais ninguém ficou para trás, mas teve-se de dar muito às pernitas, para não se deixar partir o elástico.
De lamentar os acidentes, além de ser mau principalmente para quem os sofreu (as rápidas melhoras), foi também mau para a tão desejada chegada em pelotão, pelo menos até Minde/Covão do Coelho, nestas míticas subidas onde se separa o joio do trigo!
As minhas médias registadas: Sacavém – Santarém 33.2km/h, de Santarém – Fátima 29.3km/h.
Obrigado a todos pela excelente companhia e até uma próxima.
Um abraço,
António Vaqueirinho

Montejunto (por Pragança) talvez, a mais dura clássica realizada esta temporada! Não só pelo acumulado de subida, mas principalmente pelo vento que se fez sentir na ida.
Depois de ter parado completamente em Julho e só a partir dos meados de Agosto voltar ao convívio dominical no seio do grupo Duros do Pedal, para treinar acompanhando os ditos “Vassoureiros” que estão a andar para caraças lol…Voltei a sentir o prazer de andar na frente, na automotora conduzida por maquinistas de alto gabarito…, mas fiquei com a sensação que só lá andei, porque alguns tiveram uma certa compaixão lol…
Como o amigo Tó já descreveu o que de mais relevante se passou até à zona do Freixal, eu aproveito a deixa e contínuo.
Até Martins Joanes o ritmo continuou alto, a partir daqui o pelotão baixou o ritmo, o Duro Carlos Tapadas inconformado com a situação por não termos alcançado os fugitivos, lança-se sozinho em sua perseguição.
Em Pragança de repente levámos com uma autentica parede que parecia não mais ter fim, cada um meteu o ritmo que mais lhe convinha, os mais credenciados depressa tomam a dianteira ganhando metros atrás de metros por ali acima, o pelotão ficou todo esfrangalhado a subida era feita a solo ou a pares.
Dos Duros que seguiam no pelotão eu e o Álvaro Negrais destacamo-nos dos demais e fizemos as duras rampas na companhia de mais 1 ciclista, mais que uma vez alertei o Álvaro: atenção ao andamento, se não queres estoirar, abranda, ele olhava para cima e dava-me razão e assim chegamos lá acima, na parte final aproveitando a minha rodinha desfere um ataque e bate-me ao sprint, isto é o que se pode chamar um bom amiguinho lol… é assim mesmo Álvaro, os gregários servem para quê? – Para rebocar os sprinters. Já na parte final deu para ver a descer o Tapadas e o Francisco (este dito por ele enganou-se no percurso e subiu pelo Avenal, atalhou lol…).
Durante a descida via-se a luta que cada um travava com a dura rampa final. Até V. Verde dos Francos todo o cuidado era pouco, para não sair para fora da estrada, tal eram as rajadas de vento que se faziam sentir, eu ainda por cima com rodas de perfil alto.
Agrupamento/abastecimento feito, fizemo-nos à estrada de regresso, eu, Tapadas, Álvaro Macedo e Pedro Bike vínhamos na boa, em ambiente de pura cavaqueira, quando chega o grosso do pelotão e, ala que se faz tarde... As coisas pioraram ainda mais quando chega à cabeça do grupo o Francisco que se lamentava, por ninguém ter esperado por ele. Como que por vingança, depressa nos ganha cerca de 50mt, mas o pessoal agora já não estava para brincadeiras, lanço um sprint e depressa todos o alcançamos, a partir daqui foi escaramuças atrás de escaramuças, os topos que iam aparecendo eram devorados num ápice.
Com este ritmo alucinante depressa começaram a surgir as primeiras baixas, casos do Álvaro Negrais (o Tapadas avisou que lhe ficava a fazer companhia), mais à frente Bruno Afonso entre outros…No início da subida da Sapataria, dos Duros seguiam: Vaqueirinho, Francisco, Álvaro Macedo, Vítor Colnago e Pedro Bike, mais André, David, Vítor Matavelha e mais 2 que não sei o nome (peço desculpa).
Quando o Francisco descarrega a pilha pensei que o ritmo iria baixar, qual quê! - Penso que a partir daí ainda foi pior, André (penso que num patamar acima de todos) + David e Matavelha não deram tréguas, foi de loucos!!!
As coisas só se compuseram quando o André e David seguiram em direcção à Venda do Pinheiro e nós para Lousa, aí sim, foi desfrutar dos km que faltavam até Santa Eulália. Aqui já se encontrava o Rui Luzia que se fartou de atalhar durante toda a clássica lol…Eu e o Vítor Colnago seguimos em direcção a Dona Maria e os restantes a Negrais, não deu para esperar pelo reagrupamento, o tempo estava desagradável e o empeno não dava para grandes paragens! – Havendo o risco de o motor não voltar a trabalhar.
Quero aqui deixar uma palavra de apreço ao Tó (grande promovedor destas jornadas ciclísticas) e outros, que vão a estas clássicas na expectativa de irmos juntos, neste caso pelo menos até ao início da subida (ou até um determinado ponto pré acordado), para depois aí cada um fazer o que lhe der na gana. Ontem infelizmente mais uma vez isso não aconteceu, podíamos dizer: há indivíduos que vão sempre à mama e não vão para a frente puxar, mas não foi o caso, vi o Tó e outros passarem pela frente várias vezes sabendo que mais tarde isso lhes iria sair caro. Deveria existir compreensão por parte dos melhor preparados/treinados e ter o cuidado de não deixar para trás, pelo menos os que não o merecem. Eu próprio logo no início fui para a frente apelar a que se levasse um andamento mais moderado, mas infelizmente não sortiu efeito. Penso que para certos indivíduos só o “Angliru” lhes fazia reduzir o andamento lol…
Resta-me agradecer a companhia de todos sem excepção e até à próxima, Cascais – Fátima.
PS: Os meus registos de tempos:
Loures – Pragança, 64,17km – 27.7km/h * Subida Montejunto, 5,63km – 14,9km/h * Vila Verde – Santa Eulália, 49,02km – 32,7km/h * Famões – Famões, 153,70km – 27,5km/h
Um abraço,
António Vaqueirinho
Por Ricardo Costa
O meu regresso às lides do grupo, após prolongada ausência foi do tipo, toca e foge. Ou melhor, toca e fica... logo pendurado! E nas primeiras dificuldades. Mais do que seria previsível, estava previsto. Além da completa incompatibilidade entre a minha condição física e o nível minimamente exigível para integrar, a «tempo inteiro», uma volta do grupo, o percurso era altamente selectivo. Nada menos que Montejunto, por Pragança. Olha que oportuno!
De qualquer modo, esta breve aparição – esperemos que seja, definitivamente, para retomar, devagarinho... – serviu, acima de tudo, para matar saudades do convívio com o pelotão, do matraquear dos carretos, dos esgares de esforço, da amena cavaqueira, ainda que debaixo do silvo do vento quase ciclónico que soprava na longa ascensão do Forte do Alqueidão. Factor que ajudou a precipitar o meu abandono, por alturas de Arranhó, altura em que não resisti à minha incapacidade actual de atender uma chamada e de manter o ritmo de um grupo de bom nível que começava a aquecer motores após alguns impasses iniciais devido a furo antes de Bucelas.
Ressalvo, a presença dos Duros do Pedal, do camarada Tó Monteiro, de alguns dos mafrenses do Ciclismo 2640, entre os quais o Xico Aniceto, o Sergio e o Pedrix (por relato de terceiro, já que não cheguei a durar até à sua entrada), e ainda do Vítor Mata-a-Velha, que, pelo segundo fim-de-semana consecutivo, veio ao nosso encontro (integrou a equipa Pina Bike no recente contra-relógio por equipas, Alverca-Reguengos).
Mas também alguns de habituais nas andanças domingueiras do nosso grupo, casos do Jorge «Contador», Alex, Cunha, Jony, Nuno Garcia, Capela, André, David, entre outros. Todavia, estes foram escassos, quando comparados com adesão massiva dos homens do conjunto de Algueirão – como é habitual e de louvar, não só quando jogam em casa, mas, principalmente, sempre que se deslocam a outro reduto. Eis grande exemplo para outros grupos!
Sobre as incidências da volta, sei pouco. E apenas, uma vez mais, por relato de terceiros, que a volta foi marcada pela oposição do vento e que a subida a Montejunto, pela dura vertente de Pragança, terá sido interessante, bem atacada por todos, mas naturalmente com os trepadores mais conceituados a imporem os seus galões, acompanhados dos restantes que se apresentarem em forma
Espero na próxima crónica – já na jornada de domingo que vem - possa chegar um pouquinho mais longe no relato... Seria bom sinal!
Por To Monteiro


Por Vaqueirinho
Mais uma excelente jornada ciclística, onde os Duros do Pedal marcaram presença ao mais alto nível.
Como o amigo Tó já relatou o que de mais importante se passou até ao Cabeço da Rosa, para não me tornar repetitivo vou só comentar a partir desde ponto e falar de tempos e médias da etapa.
No início da subida para meu espanto praticamente todos os Duros que alinharam na partida estavam ali, para enfrentar aquele que seria o topo nº1 de toda a etapa, além de ser de todos o que tem mais altitude é também o mais ingrime, com apenas cerca de 2km de extensão, mas duro quanto baste e fazer toda a diferença, entre roladores e trepadores.
A abordagem ao mesmo foi feita nas mais variadas formas por parte dos intervenientes, motivo: actual estado físico/forma, cansaço acumulado da etapa e mais ou menos trepador.
No meu caso cheguei ali com muita boa frescura física e como tal fui ao choque, eu e talvez mais10. Até ao meio aguentei o ritmo altíssimo dos mais fortes, mas a partir daqui formaram-se 3 grupos eu estava no 2º. No cume passaram por esta ordem: 1ºTropes (Pina) isolado, a 5s, 2º Esteves (Duro) a 10s, 3º Carlos Tapadas (Duro), 4º Miguel Afonso (Duro), 5º Outsider, a cerca de 20s, 6º Álvaro de Negrais (Duro) 7º Vaqueirinho (Duro) 8º e 9º Outsider, a cerca de 40s, 10º Francisco (Duro), 11º Luis Mucifal (Duro), 12º Vítor (Duro). O Torpes depois da subida evaporou-se e só voltou a ser visto na BP lol…
Assim ficaram formados os 3 grupos, todos eles em grande velocidade moveram perseguição uns aos outros sem se aperceberem de quem vinha atrás (para a próxima temos de levar uns transmissores para comunicarmos uns com os outros lol…). Quando eu e o Álvaro já tínhamos em linha de vista, (cerca de 150mt o grupo do Esteves) na rotunda do tojal furei na roda da frente, morri na praia lol…
O Grupo do Francisco ainda alcançou o Álvaro, mas não alcançaram o do Esteves, mesmo assim chegaram praticamente ao mesmo tempo.
Quando estava parado a resolver o furo vários passaram a perguntar se precisava de ajuda eu dizia que não, mas o amigo Tó insistiu e mais uma vez demonstrou que para ele acima de tudo estão os amigos, obrigado Tó. As estrelas nem sempre se deixam ver!!! Lol…
Nesta fase deu para ver passar Duros muito bem posicionados, com muito pouco tempo perdido para os da frente, casos do Bruno Afonso que atravessa um excelente momento de forma. Parabéns Bruno!
As médias no meu GPS, à saída de Vila Franca 27km/h, Cartaxo 32.9km/h, Carregado 34km/h, início da subida Cabeço da Rosa 34.20km/h. Distancia total 145km, feitos à média de 34.52km/h.
Mais uma vez houve um excelente ambiente de camaradagem/convivência e espírito de cooperação entre os 2 Grupos Pinas e Duros. Parabéns a todos!!!
Até uma próxima, porque não o Tróia – Sagres? - Com grande adesão, por estes e outros grupos, serão todos bem-vindos!!!
Um abraço,
António Vaqueirinho

POR VAQUEIRINHO:
Clássica espectacular feita a velocidade recorde de 39,1km/h.
Na partida penso que perto de 8 dezenas de ciclistas a representar os 3 principais grupos Pina Bike, Duros do Pedal, Ciclismo 2640, Ciclomix e muitos sem qualquer representação, mas de alta qualidade, destaco o Tiago Silva.
Às 8h12 deu-se a partida, o tempo não estava muito agradável, algum frio, o piso, como chovera de noite estava muito molhado e perigoso para a prática da modalidade.
De inicio apercebi me de imediato que o ritmo iria ser alto e de facto assim foi. Eram 8h50 já estávamos em V. Franca com média de 34km/h, fizemos o empedrado perto dos 30km/h de loucos! Abordamos a subida para a ponte a 40km/h na descida da ponte atingi 68km/h, para não perder o comboio que nesta fase ia a todo o vapor, muitas foram as carruagens a descarrilarem.
Assim continuámos, a recta do cabo foi feita sempre com o velocímetro a tocar os 50km/h, abrandámos um pouco nas rotundas do Porto Alto, mas muito pouco. Na rotunda do Infantado que à esquerda se vai para Coruche dá-se uma queda envolvendo vários ciclistas entre eles os Duros Francisco e Álvaro de Negrais felizmente sem consequências de maior e todos continuaram. Nesta altura tínhamos 50km percorridos e a média tinha subido para os 38,5km/h.
De salientar, que tanto, eu como o Esteves e o Francisco, tinha-mos como objectivo chegar a Évora integrados no grupo da frente e fazermos o regresso a Loures nas respectivas bikes. Mesmo assim não foram poucas as vezes que especialmente o Esteves passou pela frente a puxar pelo comboio. (grande Esteves estás num grande momento de forma) Gostava de enumerar vários dos que passaram pela frente e diga-se de passagem que nem foram muitos, mas como não sei o nome de todos não falo no nome de nenhum, apenas vos digo: fizeram um excelente trabalho e desde já os meus Parabéns!!!
A abordagem a Vendas Novas mais uma vez como de costume foi feita a alta velocidade, mesmo com várias rotundas. Aqui os mais distraídos também ficam muitas vezes a dizer adeus ao comboio. Já com 85km percorridos mantínhamos a mesma média 38,5km/h.
Subida para Montemor – o – Novo, nada de especial, mas sempre a mais temida. Alguns não sabiam porquê, mas de certeza que agora já o sabem, apesar que desta vez até foi muito meiguinha lol…Apesar do percurso entre Vendas Novas – Montemor ser mais ondulado mantivemos a Média.
Quem pensava que estando com os da frente a partir daqui eram “favas contadas” estava redondamente enganado, esquecia-se que ainda faltava o topo que por acaso é o ponto mais alto de todo o percurso. A rampa com cerca de 2km que culmina no cruzamento de Arraiolos – Santiago do Escoural. Já muito perto deste, deram-se vários ataques, uns atrás dos outros, dando origem a uma fuga a 2 (Esteves e outro, peço desculpa não sei o nome) aqui houve mais uns descarrilamentos, entre eles 2 Duros, Vítor e Rui Mucifal. A fuga, essa depressa se apercebeu que estava condenada ao insucesso, nesta fase por muito bons que fossem os protagonistas era impossível chegarem isolados, com todos aqueles “lobos famintos” que seguiam cerca de 50mt atrás. Nesta altura com 124 km já percorridos a média aumentou para os 38,75km apesar do terreno não ser favorável ao nível da altimetria!
Penso que a partir daqui é que ficou definitivamente feita a selecção dos que iriam chegar na frente, penso que não eram mais de 20. Como o meu objectivo estava assegurado só por muito azar é que não iria chegar integrado no grupo da frente, acedi ao convite do amigo Armando dos “Pássaros” ir na cauda do grupo a desfrutar do prazer que é ir atrás dum grupo em que os da frente vão cheios de adrenalina para disputar a passagem pela meta e nós ali comodamente como se fossemos sentados num sofá a sermos puxados, Armando gostei!
Mesmo ao terminar ainda fiz um sprint do faz de conta, porque alguém já tinha cortado a meta, como se isto fosse alguma corrida! Seja como for não quero tirar o mérito a quem cortou a meta em primeiro não sei quem foi, mas desde já os meus Parabéns. Acima de tudo os meus Parabéns vão para aqueles que puxaram este grandioso comboio e que nos ofereceram a possibilidade de viajarmos a tão alta velocidade, para quê gastarmos tanto dinheiro no TGV? Na chegada a Évora o meu gps acusava 135,24km feitos a uma velocidade média de 39,1km/h, no tempo de 3h27.
Destaco do grupo que chegou na frente e estavam lá a envergar a Dura camisola: Vaqueirinho, Francisco, Esteves, Nuno Silvestre, Álvaro de Negrais e Jorge Pimentel. Conhecidos que por vezes andam no nosso comboio: o Grande Castro o Grande Armando e o Grande Kalinas, que veio de Fátima para nos fazer companhia. As melhoras para o seu amigo que sofreu uma queda mesma a chegar a Évora, mesmo com algumas dores quis fazer o regresso connosco, és mais um DURO DO PEDAL!
Parabéns também para a Ana que mesmo sabendo que não iria ter companhia por muito tempo fez o percurso na integra. Ana és mesmo DURA!!!
A todos muito obrigado pela vossa companhia que foi de uma camaradagem espectacular!!!
Um abraço,
António Vaqueirinho
PS: Na volta, eu, Francisco, Esteves, Kalinas e amigo do Kalinas, até V. Franca fizemos média de 32km/h. O vento não nos permitiu fazer melhor, tanto estava de frente como de lado, foi bom para treino! Em V. Franca o Kalinas e o seu amigo seguiram para Fátima, espero que tenham feito boa viagem.
O Esteves como estava com pressa tinha alguns compromissos, seguiu de imediato para Loures. Eu e o Francisco depois de nos abastecermos seguimos para Famões, como prémio antes de chegar, tivemos a subida de Montemor lol… Chegámos a minha casa com 295km nas pernas e de barriguinha cheia!!!